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domingo, janeiro 22, 2012

CUIDADO COM O VASO SANITÁRIO;IMAGENS FORTES

Muitas pessoas que se encontram na necessidade de utilizar o sanitário público ou de algum local que não há muita higiene, optam em subir no mesmo, assim esta forma de utilizar o vaso sanitário por um lado pode evitar o usuário de ter contato direto e sofrer de uma possível contaminação. Entretanto, por outro lado o usuário está correndo um grande risco de acidente, como? 



O vaso sanitário é constituído de louça, no qual muito peso sobre a mesma poderá fazer com que o mesmo ceda em pontas completamente cortantes, no qual pode resultar em sérios problemas.
Desta forma, é expressamente proibido subir nos vasos sanitários, pois estes não suportam grande quantidade de peso.

Há também pessoa que sobem no vaso para fazer algo, como espionar alguém ou para fazer algo relativamente sem importância, colocando-se em risco. Mas se você está realmente necessitando utilizar o banheiro e não há outro mais higiênico por perto, o que fazer? Por motivos de limpeza, você com certeza não irá sentar no vaso sanitário, então, é indicado que primeiramente você limpe a beirada do vaso com o auxílio do papel higiênico e forre-a com uma camada de papel higiênico, assim você evitará o contato direto com o vaso sanitário e poderá utilizá-lo sem nenhuma preocupação.


Fonte: Focoelho
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Ministério Público investiga máfia dos cambistas e fecha cerco a clubes

O Gaeco, grupo do Ministério Público especializado no combate ao crime organizado, desencadeou uma operação para tentar desmantelar a máfia dos cambistas em São Paulo. A ação percorre o caminho contrário dos bilhetes, indo da mão dos revendedores às bilheterias para descobrir quem nos clubes, empresas fabricantes de ingressos e até em torcidas organizadas alimenta os cambistas.

“Não estamos nos limitando a prender cambistas. Eles estão sendo tratados na investigação como peixes pequenos. Queremos os peixes grandes, aqueles que colocam os ingressos nas mãos deles”, disse ao blog o promotor Tales César de Oliveira. Ele não revelou detalhes da investigação.

O Ministério Público também prepara uma ação contra flanelinhas que atuam em volta de estádios paulistanos.

Fonte: Portal Uol
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Casou ou não? – UFC cancela evento, vê reviravolta no Fox 2 e pensa em TUF na Austrália

Ainda de ressada do UFC 142, que aconteceu no Rio de Janeiro no fim de semana passado, o UFC casou poucas lutas nessa semana. Mas uma reviravolta colocou o UFC on Fox 2 em risco. Mark Muñoz se lesionou e ficou fora da luta contra Chael Sonnen.

Rapidamente Dana White colocou Michael Bisping no combate que vai valer a disputa de cinturão dos médios contra Anderson Silva. O brasileiro Demian Maia, que enfrentaria Bisping, quase ficou de fora do card, mas Chris Weidman vai enfrentá-lo.

Nessa semana, o Ultimate também cancelou a edição 145 que aconteceria em Montreal, no Canadá, em 24 de março, por falta de uma grande luta. Assim, o número 145 foi deslocado para Atlanta, em 21 de abril.

Outro bom rumor dos últimos dias é que o UFC já está pensando em um segundo The Ultimate Fighter fora do EUA, depois da edição brasileira que acontece neste semestre. O diretor Marshall Zelaznik contou que o está pensando um TUF na Austrália ainda esse ano.

Confira abaixo as lutas casadas na semana:

UFC on Fox 2 – 28 de janeiro
Michael Bisping x Chael Sonenn
Demian Maia x Chris Weidman

UFC 143 – 4 de fevereiro, Las Vegas (EUA)
Dan Stittgen x Stephen Thompson

UFC on Fuel TV 1 – 15 de fevereiro, Omaha (EUA)
Buddy Roberts x Sean Loeffler
Yoislandy Izquierdo x Bernardo Magalhaes
Justin Salas x Anton Kuivanen

Strikeforce: Tate vs. Rousey – 3 de março, Columbus (EUA)
Caros Fodor x Pat Healy

UFC on FX 2 – 3 de março, Sydney (Austrália)
Andrew Craig x Kyle Noke

UFC 145 – 21 d abril, 21 de abril, Atlanta (EUA)
Mark Hominick x Eddie Yagin
Miguel Torres x Michael McDonald

Fonte: Portal Uol
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Vidas destruídas pelo crack e a difícil luta de jovens para largar o submundo das drogas

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Droga originária no submundo das cidades grandes, o crack se espalhou em duas décadas por 91% dos municípios brasileiros, atingindo hoje não só a classe pobre, mas também a média e a alta, com poder destrutivo muito arrasador, esfacelando famílias e matando pessoas, independente do sexo, cor ou credo religioso.

Na semana em que a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou resultado de pesquisa realizada em todos os estados do Brasil, mostrando a realidade dos municípios, que é bastante assustador, principalmente no Rio Grande do Norte, onde a droga já atinge 87% das cidades, O Mossoroense foi em busca da realidade de jovens viciados que lutam para se livrar do crack, ou pelo menos se manter longe dele.
A equipe de reportagem recebeu um e-mail enviado por um rapaz de 22 anos, residente na cidade de Pau dos Ferros, que viu sua vida desmoronar depois que experimentou a droga pela primeira vez. Atualmente, Ramon (nome fictício) tem 22 anos e está se preparando para mais uma seção de tratamento de usuários de drogas em uma fazenda do município onde reside.
Segundo informações relatadas pelo dependente químico, longe do vício há oito meses, ele agora pretende através de sua história ajudar outros jovens que também tiveram suas vidas destruídas pelo crack.
A história de Ramon se assemelha com roteiro de filmes, mas como ele próprio descreve é vida real. Para sustentar o vício, furtou objetos de casa, se envolveu com quadrilha de assaltantes, ajudou traficantes, se prostituiu, tudo para conseguir dinheiro para as pedras (crack). "Vivia uma vida nojenta. Nem eu mesmo estava me suportando, tinha nojo de mim mesmo e ódio por precisar das pedras para dar sentido a minha vida". contou. 



O início
Ramon relata que teve contato com as drogas a partir dos 12 anos. "Sentia-me livre para fazer o que quisesse, uma liberdade além do que eu poderia ter na minha infância. Comecei a fumar cigarro, ingerir bebida alcoólica, mulheres. E isso foi progressivo, tudo foi aumentando. Um ano depois tive o primeiro contato com a maconha".
Para ele, no início, o crack não era tão popular como é hoje, no entanto a aproximação com pessoas já viciadas, o encontro com o crack era inevitável acontecer. "Um dia fui a uma favela comprar maconha, só que estava faltando e o cara me ofereceu o crack. Já sabia como usava e resolvi provar, foi o começo do fim", explicou.
De acordo com a assistente social que acompanha o caso de Ramon, a força de vontade que ele se apega para largar as drogas é algo muito importante para a sua recuperação. Ela conta que no dia que o dependente químico chegou à instituição para iniciar o tratamento, estava completamente debilitado e suas condições físicas eram muito preocupantes. "Achei que ele não conseguiria ficar por muitos dias, no entanto estava errada, a sua capacidade de superação e a força de vontade de largar a vida imunda que tinha impressionou a todos nós e graças a Deus tem dado certo. Ele é um exemplo para outros dependentes seguirem", concluiu.

Incidência de crack na região Oeste preocupa famílias e autoridades

A proliferação do crack nas cidades da região Oeste é algo que vem tirando o sossego das famílias e autoridades ligadas ao combate das drogas. O relato da CNM mostra que em especial seis cidades oestanas apresentam nível alto no consumo de crack.
Tibau, Caraúbas, Triunfo Potiguar, Martins, Riacho de Santana e Venha Ver superam as demais cidades, em caráter proporcional, no consumo abusivo do entorpecente. Em Caraúbas, por exemplo, o tráfico de drogas, segundo dados da Polícia Militar, é um dos maiores problemas da atualidade, com ocorrências de crimes e assaltos ligados ao tráfico.
Para o capitão Honorato Carvalho, comandante da 3ª Companhia da PM caraubense, não basta só o trabalho repressivo da polícia, é necessário que se realize ações de combate e educação para que menos gente se envolva com as drogas.
"A polícia tem feito o que pode para tirar de circulação os traficantes. No entanto, toda a sociedade tem que fazer sua parte. As igrejas, as entidades, o governo, devem desenvolver ações educativas e preventivas, pois só assim é que a médio e longo prazo a droga vai reduzir na sociedade", concluiu.

Família de Apodi trava luta para livrar jovem do crack

História parecida com a de Ramon é a de Adriano (nome fictício), morador do bairro Lagoa Seca, em Apodi. De acordo com uma de suas irmãs, ele hoje tem 20 anos e há cinco se tornou viciado em crack e, desde então a família não teve mais tranquilidade. "O pior do meu irmão é que ele não aceita ajuda, apesar de admitir que é viciado. Meu pai foi embora e nos deixou com a bomba na mão. Meus outros dois irmãos mais novos moram no sítio com os avós. Só restou eu e minha mãe, que não sei até quando vamos agüentar", destacou.
A jovem relata que o irmão passa vários dias fora de casa usando crack e quando volta rouba tudo que encontra pela frente para trocar por pedras. A família já tentou interná-lo em uma instituição que cuida de viciados, porém após oito dias ele fugiu e voltou para casa. "Recentemente ele passou vários dias preso, depois de ter sido flagrado roubando. 'Qualquer dia recebo a notícia que ele foi morto em uma dessas atitudes", concluiu a jovem.
De acordo com a psicóloga Jackeline Nunes, apesar dos riscos bem conhecidos, as pessoas abusam das drogas e esse abuso continua a destruir vidas. "A oferta de drogas e a pressão de alguns colegas também aumentam a possibilidade de o jovem entrar nesse comportamento autodestrutivo", avalia.
Para ela, mesmo as famílias bem estruturadas estão sujeitas a existência de um usuário de substância intumescente. "Isso só nos confirma que a drogadicção deve ser vista de maneira complexa, biopsicossocial, respeitando-se a subjetividade de cada situação, de cada indivíduo em particular", disse a psicóloga.
Ela explica que existe aquele usuário que expressa claramente seu sofrimento e seu desejo em deixar as drogas, de outro lado aqueles que não expressam nenhum sofrimento, muito menos o desejo em parar de usar as drogas.

Fonte: O Mossoroense
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7° HOMICÍDIO EM MOSSORÓ NO ANO DE 2012

   A polícia militar de Mossoró registrou no final da tarde deste sábado (21/01/12) o 7° crime de homicídio na cidade. A vítima que estava em estado grave no Tarcísio Maia, veio a óbito naquela unidade hospitalar.
   Walter Cléber Medeiros de Brito, 19 anos de idade, mais conhecido como "Clebinho", gesseiro, foi alvejado com cerca de dois disparos de arma de fogo nas costa e no abdômen efetuado por dois elementos em uma moto tipo Pop na tarde de segunda-feira de 26 de dezembro de 2011 que passaram na rua Mestre Alpiniano no grande Alto de São Manoel atirando contra o mesmo. A vítima foi socorrida por uma unidade do SAMU para o HRTM, no dia, o mesmo não conseguia mexer as pernas e estava internado em estado grave no HRTM.
    Até o momento ninguém foi preso.


BLOG PASSANDO NA HORA
(Vítima sendo socorrida pelo SAMU)

BLOG PASSANDO NA HORA
(Vítima sendo socorrida pelo SAMU)

BLOG PASSANDO NA HORA
(Vítima sendo socorrida pelo SAMU)



Fonte: Passando na Hora
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Jovem que tinha envolvimento com droga é executado em Santa Cruz


Um agricultor de 26 anos, identificado como EGUINALDO BEZERRA DE ARAÚJO, foi assassinado com vários disparos de arma de fogo na madrugada deste sábado (21/01), por volta das 2h30, no município de Santa Cruz. O crime foi registrado em uma rua situada próximo ao centro da cidade, no bairro Paraíso.
As informações foram confirmadas pelo sargento Lima, policial militar da 4ª Companhia. Segundo o PM, a vítima tinha envolvimento com drogas, por isso, existe a suspeita que o crime tenha sido motivado por acerto de contas.
Diante do horário, a polícia não tem informação de testemunhas até o momento. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) para a realização da necropsia.  O caso será investigado pela Polícia Civil.

Fonte: PM Currais Novos
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Aumento do mínimo vai causar impacto de R$ 8 bi nas Prefeituras

O sufoco financeiro dos municípios brasileiros - e não é diferente no Rio Grande do Norte - deve se intensificar ainda mais com o reajuste de 14,13% no salário mínimo e do piso nacional dos professores, este possivelmente em torno de 22%. O vice-presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, destacou que os dois aumentos combinados deverão pendurar uma conta extra de quase R$ 8 bilhões nas Prefeituras. Ele alerta que as dificuldades para fechar os balanços orçamentários ocorrerão neste ano devido aos impactos sobre as folhas de pagamento do funcionalismo e inclusive com o fantasma da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) batendo a porta.
"Os prefeitos são a favor de um salário mínimo generoso porque ajuda a economia, o país e a todos, mas um aumento de 14% quando a inflação foi de 6,5% preocupa muito só prefeitos", ponderou Jaime. Ele ressaltou ainda que a geração atual, que na sua opinião já está sacrificada por causa da crise financeira internacional, encontrou os municípios (fomentadores de políticas locais) com a principal renda - no caso o Fundo de Participação dos Municípios - FPM - em uma situação caótica. "Houve uma queda [do FPM] em 2009, outra em 2010 e uma certa recuperação em 2011, que não deu para recuperar", completou ele.
Os maiores problemas nos cálculos das Prefeituras, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), deverão ocorrer no Nordeste, Norte, Centro-Oeste e parte de Minas Gerais, em cidades pequenas, onde a maioria dos servidores ganha o mínimo. "O aumento real do salário, desde o início do governo Lula (2003), já impactou as contas dos municípios em R$ 13,651 bilhões", disse em entrevista no início do mês o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. "Só no ano passado, foi R$ 1,3 bilhão mais, e em 2010, 1,7 bilhão", emendou ele.
A CNM está finalizando os cálculos para determinar com mais precisão o tamanho do rombo. Por causa do aumento do salário do ano passado, 650 cidades estouraram os limites de gastos com pessoal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Ainda não há cálculos exatos para o que acontecerá este ano, depois que o mínimo, a partir de 1° de janeiro de 2012, subiu de R$ 545,00 para R$ 622,00, mas o impacto não deve ser menor. Esse cenário tem chamado a atenção da Femurn, que já fala em mobilização. "Precisamos de alguma compensação porque caso contrário, além dos problemas financeiros habituais os prefeitos terão complicação com a LRF porque será inevitável o aumento do limite prudencial com a folha em crescimento e a arrecadação não correspondendo", opinou Jaime Calado.
A lei determina que os gastos do Poder Executivo Municipal com funcionalismo não podem ultrapassar 54% do total. A situação das Prefeituras na região Nordeste é considerava a mais grave. No Ceará, por exemplo, a média era de 36% dos funcionários ganhando o salário mínimo. No interior, chega a 60%. A estimativa da CNM é de que haja no País atualmente 5,380 milhões de servidores municipais. Só o aumento do salário mínimo expandirá a despesa de pessoal das prefeituras brasileiras em aproximadamente R$ 2,8 bilhões anuais. A Femurn não dispõe de levantamento sobre o impacto financeiro no Rio Grande do Norte do novo reajuste do salário mínimo.

Aumento na educação intensifica problemas
Jaime Calado lembrou também que o reajuste do piso nacional dos professores é mais um fator motivo de preocupação porque também ampliará o número de cidades em dificuldades com a LRF em 2012. A estimativa da CNM é que a chaga atinja mais de 1 mil Prefeituras em todo o Brasil. O valor, que até o ano passado era de R$ 1.187,97 para 40 horas semanais de trabalho passa a ser de aproximadamente R$ 1.450,00, um aumento real de 22%. Os percentuais das folhas estão crescendo muito além do que a LRF permite, independente da vontade do prefeito. Além disso, nessa situação a capacidade de investimento, que é tão necessária, fica praticamente inexistente", alertou Jaime Calado.
Ele disse acreditar que o cenário aponta para uma extrapolação em massa o limite prudencial que já vem sendo difícil de manter principalmente nos municípios menores. "Os maiores tem outras fontes que eventualmente podem compensar, mas os pequenos ficam assim quase em um beco sem saída", observou o vice-presidente da Femurn. O reajuste do piso salarial dos professores seguiu a variação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB). O impacto no Brasil será de cerca de R$ 5 bilhões. "E este é um ano de fim de mandato. Não pode deixar restos a pagar", lembrou.
Outro problema apontado pelos representantes dos municípios é que a legislação obriga que um terço do tempo dos professores seja dedicado a atividades extraclasse, como, por exemplo, preparação de aulas. Isso, automaticamente, aumenta a necessidade de contratação de professores na mesma proporção, o que só nos municípios geraria um déficit de 300 mil profissionais.

Tesouro aponta redução de 12% no repasse do FPM
As previsões da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), divulgadas semana passada, apontaram para redução de 12,5% no Fundo de Participação dos Municípios em janeiro, na comparação com dezembro passado. Essa receita é a mais substancial de muitas das Prefeituras do interior do Estado, sobretudo as que têm o coeficiente de número 0,6 (cidades que têm até 10.188 habitantes). São elas as mais prejudicadas quando o FPM não se projeta conforme o esperado. 
Ainda de acordo com os números divulgados Secretaria do Tesouro Nacional a previsão é de aumento de 23% em fevereiro, em relação a janeiro. E queda de 30% em março em relação a fevereiro. A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte já repassou aos prefeitos as previsões do STF e recomendou o máximo de cautela nos gastos. Um fato agravante, para o equilíbrio financeiro das Prefeituras, já debilitado pelo comportamento oscilante do FPM durante todo o 2011, é que janeiro é exatamente o mês de implantação do reajuste do salário mínimo.
Júnior Lucas, prefeito de São Bento do Norte, município com coeficiente 0,6 afirmou que ainda não encontrou um remédio específico para sanar o impasse ocasionado pela queda do FPM e reajustes salariais. "Estou tentando de tudo para encontrar uma solução, mas está difícil", enfatizou ele. O chefe do Executivo municipal disse que uma possibilidade é reduzir o número de funcionários da Prefeitura. "Outra alternativa é a terceirização de alguns serviços. Tem algumas coisas que estamos vendo através do empreendedor individual, que tem uma carga tributária menor, mas isso está sendo analisado", assinalou.
Ele destacou que no caso de São Bento do Norte o último concurso público ocorreu há mais de dez anos, então existe hoje na cidade uma demanda considerável de funcionários que trabalham através de vínculo de contratação temporária. "A tendência é de diminuição com esse pessoal", sinalizou. Sobre a questão do limite prudencial da LRF, Júnior Lucas afirmou que prefere aguardar como as receitas vão se comportar para ter um panorama específico sobre a situação. Em São Bento do Norte, a arrecadação do ISS oriundo da implantação da energia eólica na cidade tem sido uma das principais válvulas de escape das finanças municipais. "De qualquer maneira não há uma projeção de aumento de 14% [como no caso do salário mínimo] e de 22% [no que concerne ao reajuste no piso salarial dos professores], então fatalmente quem está no limite vai ultrapassar", estimou. Ele se diz preocupado com o cenário orçamentário da cidade nos próximos meses. "Estou bastante preocupado. Isso é a maior dor de cabeça. A arrecadação está diminuindo neste início do ano coisa que nunca aconteceu", lamentou.

Fonte: Defato
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Investigações feitas com maior cautela

"Pergunta quem é e depois atira". Essa foi uma das máximas das forças policiais por muitos anos e continua sendo mantida em muitos lugares, apesar do avanço no processo investigativo. A tecnologia e a qualificação profissional têm sido as principais armas no combate a essa prática antiga. A Polícia Civil em Mossoró tem buscado transpor essa máxima, apostando no trabalho de investigação. Na sexta-feira passada, suspeitos de assaltos e receptação foram presos, fruto de uma investigação demorada.
Na maioria dos casos, a Polícia recebe uma denúncia da população e depois de alguns dias observando (quando é feito esse trabalho campana, como é conhecido no meio), resolve abordar os suspeitos. Nesse tipo de trabalho, os policiais dificilmente sabem o que vão encontrar, quantas pessoas irão prender e apostam na sorte. Se der flagrante (como eles dizem) bom, se não é bronca (referem-se a responder processos por invadir uma casa sem ordem judicial). Quando encontram uma arma, drogas ou objetos roubados, a operação forçada se justifica (há flagrante). Quando não, é ilegal.
No caso da operação realizada na sexta-feira passada pelos delegados Odilon Teodósio, Claiton Pinho, Denys Carvalho de Luís Fernando, todos de delegacias da cidade, antes de irem às casas dos suspeitos houve uma investigação minuciosa. De acordo com Claiton, que é delegado regional de Mossoró (é uma espécie de gestor das delegacias na região), primeiro foram levantadas as informações, identificados todos os suspeitos dos assaltos e também os receptadores. Depois de levantar essas informações, a Justiça foi acionada e deu ok à Polícia. Foram expedidas ordens para a operação.
Autorizados pela Justiça, cerca de 30 policiais de Natal e Mossoró foram à rua. De casa em casa, eles conseguiram apreender armas, relógios, telefones celulares, objetos de ouro, drogas e outro produtos que foram adquiridos nos assaltos praticados pelos adolescentes (pelo menos quatro foram identificados, além de um adulto, que também roubava). O delegado Claiton faz questão de destacar a importância do planejamento operacional, mostrando o resultado dessa ação como exemplo do sucesso. "Essa é a nova política que está sendo implantada na Polícia Civil de Mossoró", frisou.
A princípio, oito adolescentes e cinco adultos foram detidos sob suspeita de envolvimento com os assaltos e a receptação dos objetos roubados. No entanto, ficaram somente quatro maiores e dois menores. Essas prisões eram parte do planejamento da primeira parte. A segunda consiste na identificação de outros envolvidos, tanto com os assaltos quanto com a receptação. "É a primeira fase de um trabalho que estamos realizando. Vai ter seguimento porque estamos trabalhando em parceria com várias delegacias. Mais receptadores serão presos, assim como vários assaltantes", adianta.

Núcleo de Inteligência funcionando em Mossoró
A administração da Polícia Civil em Mossoró e região passou por mudanças recentemente. Os gestores são outros e as condições de trabalho começam a surgir, mesmo que ainda timidamente. Um dos grandes avanços é a proposta de criação de uma sub-sede do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil, funcionando a partir de Mossoró. A unidade existe somente na capital, atendendo todo RN.
Essa nova metodologia ressaltada pelo delegado regional de Mossoró, Claiton Pinho, tem sido possível graças a instalação do Núcleo, que aos poucos ganha a estrutura necessária para trabalhar mais profissionalmente em casos de maior complexidade. O Núcleo será usado para investigar os crimes de maior relevância, como quadrilhas de assaltante de bancos e cargas, sequestradores, pistoleiros e outros. 
O delegado Odilon Teodósio saiu do comando da Delegacia de Narcóticos (DENARC) de Natal, uma das mais importantes unidades policiais do RN, para assumir a direção da Divisão de Polícia do Oeste (DIVIPOE). O policial veio para o interior com a missão de mudar a cara da Polícia Civil e com a promessa de que receberia as condições necessárias.
O Núcleo de Inteligência terá uma estrutura diferenciada, com equipamentos eletrônicos modernos para auxiliar nas investigações. Segundo Odilon, a Divipoe irá funcionar de maneira semelhante ao Departamento Especializado em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR), que atua a partir de Natal em todo o Rio Grande do Norte. 
"É uma equipe diferenciada, com treinamento mais especializado para atuar em casos de maior complexidade. Será uma coisa de maior envergadura mesmo. Essa coisa do feijão com arroz, que é feita no interior, não ficará conosco", disse Odilon em entrevista concedida ao DE FATO em dezembro de 2011, quando informou a criação do Núcleo de Mossoró.

Fonte: Defato
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