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quinta-feira, fevereiro 23, 2012

Garçonete sexy enfurece mulheres em cidade italiana

Uma garçonete sexy enfureceu esposas e namoradas na pequena cidade de Bagnolo Mella, na Itália, depois que começou a servir os clientes em trajes reveladores, segundo o jornal "Corriere della Sera".

Laura Maggi passou a servir clientes em trajes sexy e enfureceu as mulheres de Bagnolo Mella. (Foto: Reprodução/Facebook)Laura Maggi passou a servir clientes em trajes sexy e enfureceu as mulheres de Bagnolo Mella. (Foto: Reprodução/Facebook)

Laura Maggi, de 34 anos, que dirige um bar chamado "Le Café", virou assunto de jornais e programas de TV na Itália.
Desde que começou a ficar atrás do balcão, ela viu a clientela aumentar, provocando até congestionamento perto do bar.
Mas o sucesso de Laura, que tem mais de 5 mil fãs em sua página no Facebook, provocou a irá das outras mulheres, que têm proibido seus maridos de frequentar o local.

Mulheres têm proibido seus maridos de frequentarem o local. (Foto: Reprodução)Mulheres têm proibido seus maridos de frequentar o local. (Foto: Reprodução)

Fonte: G1
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Fundador do Megaupload é proibido de usar a internet; advogado critica decisão

Kim Schmitz, fundador do Megaupload, ficou em prisão da Nova Zelândia por um mês
Kim Schmitz, fundador do Megaupload, ficou em prisão da Nova Zelândia por um mês


Libertado na noite de terça-feira (21; horário de Brasília) após pagar fiança, o fundador do site Megaupload, Kim "Dotcom" Schmitz, tem diversas proibições em sua liberdade condicional – principalmente para que ele não fuja enquanto aguarda o julgamento, que deve ser realizado em seis meses. Ele não ter helicóptero, não viajar a locais mais distantes que 80 km de sua casa na Nova Zelândia e, ironicamente, não pode usar a internet.

A corte do distrito de North Shore, na Nova Zelândia, autorizou a liberdade de Dotcom por entender que ele não oferecia risco de fuga. "Estou aliviado de ir para a casa ver minha família, minhas três crianças e minha esposa grávida", disse ao deixar a prisão Dotcom, que foi preso no dia 20 de janeiro em sua mansão na Nova Zelândia.

Paul Davison, advogado de defesa de Dotcom, protestou contra a proibição do acesso à web, segundo o jornal “New Zealand Herald”. Davison alegou ser essencial que seu cliente use a web na preparação de sua defesa, pois alguns de seus advogados vivem em outros países. “É como proibi-lo de usar o telefone, que é um meio fundamental de comunicação.”

A advogada Anne Toohey, que representa os interesses da Justiça americana, defende a falta de acesso. Os EUA querem a extradição de Dotcom sob acusação de pirataria – o fechamento de seu site e sua prisão foram resultado de uma investigação do FBI (polícia federal norte-americana).

Rede de pirataria

As autoridades dos EUA tiraram o Megaupload do ar por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias.     

Segundo autoridades, o serviço rendeu a seu fundador, somente em 2011, US$ 42 milhões. A Justiça da Nova Zelândia congelou o equivalente a R$ 15,6 milhões em bens do fundador do site naquele país.
Segundo o FBI, sete pessoas são suspeitas de operarem o Megaupload e sites relacionados. O detalhamento da ação inclui lavagem de dinheiro e infrações graves de direitos autorais. A acusação diz ainda que o MegaUpload recompensava usuários -- o documento não detalha quanto -- que subiam para o site os programas mais baixados. Aqueles que faziam upload de conteúdos ilegais, como cópias de programas e DVDs de filmes populares, eram os mais bem pagos. A pena máxima pelos crimes é de 20 anos.

“Indústria do crime”
O FBI definiu os negócios de Kim Schmitz como “indústria do crime”. “Por mais de cinco anos, o site operou de forma ilegal reproduzindo e distribuindo cópias de trabalhos protegidos por direitos autorais, incluindo filmes – disponíveis no site antes do lançamento –, músicas, programas de TV, livros eletrônicos e softwares da área de negócios e entretenimento”, diz o órgão.

De acordo com o FBI, o modelo de negócios do site de compartilhamento de arquivos promovia o upload de cópias ilegais. Tanto é que o usuário era recompensado pelo site quando incluía arquivos que eram baixados muitas vezes. Além disso, o Megaupload pagava usuários para criação de sites com links que levavam para o serviço.

Conforme alegado no processo, os administradores do site não colaboraram na remoção de contas que infringiam direitos autorais, quando solicitados pelas autoridades. Para citar o “descaso” da empresa, o FBI comenta que quando solicitado, o site ia lá e removia apenas uma cópia, deixando disponível outras milhares de cópias do arquivo pirateado.

Milionário excêntrico
Kim Schmitz, que fez 38 anos na prisão, foi detido na mansão onde morava com a mulher grávida e três filhos em Coatesville, cidade próxima a Auckland (Nova Zelândia). Apesar de casado, o milionário era famoso por estar sempre rodeado de belas mulheres.

A casa onde ele foi preso está avaliada em US$ 30 milhões (cerca de R$ 52,7 milhões). Apesar de ter gasto cerca de R$ 5,7 milhões em uma reforma, a mansão não pertence a Dotcom: ele tentou comprá-la, mas não teve sucesso por causa de problemas na Justiça. Fez então um contrato de leasing com o proprietário.

De acordo com a polícia de Auckland, o fundador do Megaupload tentou se esconder em uma sala fortificada (bunker) de sua mansão quando notou a chegada das autoridades. Quando conseguiram abrir a sala, as autoridades encontraram Dotcom com uma espingarda de cano cortado.

Na ação, os policiais confiscaram ainda vários veículos de Dotcom, entre eles um Cadillac rosa de 1959 e um Rolls Royce Phantom -- este último avaliado em mais de US$ 400 mil (cerca de R$ 705 mil). Também foram confiscados jet skis.

Dotcom nasceu na Alemanha e tem também cidadania finlandesa. No entanto, tem residência fixa na Nova Zelândia e o site é baseado em Hong Kong -- lá o serviço Megaupload está barrado desde 2009. Os serviços do Megaupload também tinham sido anteriormente bloqueados na Índia e na Malásia.

Fonte: Portal Uol
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Desafeto impede volta de Tom Cavalcante à Globo

Retorno de Tom Cavalcante à Globo está descartado

A volta do humorista Tom Cavalcante, que saiu da Record no fim de 2011, à TV Globo está descartada.

Tom deixou um desafeto no alto escalão da emissora carioca, que faz questão de vetar sua recontratação.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quinta-feira (23).

Fonte: Folha de São Paulo
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"Se errei, desculpe, quando sair converso", justifica-se Rafa; fora da casa, ex-sogra promete processá-lo

Rafa recebe pulseira branca de Jonas após Big Fone (23/2/12)
Rafa recebe pulseira branca de Jonas após Big Fone (23/2/12)


O brother Rafa -- que ficou com Renata na madrugada desta quinta-feira (23), mesmo depois de dizer várias vezes que tinha uma pessoa fora da casa -- publicou no seu perfil no site oficial do reality show um pedido de desculpas. "Enfim, como disse aqui nada sei e tomo as decisões com base no que acho, se errei, desculpe, quando sair converso. bjos", escreveu o carioca, sem citar nomes.

Rafa, que citava a namorada antes do confinamento, Camila Pastorini, como ex, disse algumas vezes durante o programa que não queria magoá-la e chegou a desabafar com Monique sobre o relacionamento dos dois. A gaúcha, inclusive, desistiu de ficar com o brother, por respeito à ex dele.

A ex-sogra, Sonia Souza, desabafou no Facebook durante a madrugada em que Rafa beijou Renata e trocou carícias e amassos com ela durante e depois da festa Lapinha. "Quero que fique bem claro que esta é a minha opinião de mãe, a Camila não tem nada a ver com isto. Hoje à noite eu assisti a coisa mais nojenta que eu podia ouvir da boca de um homem que expôs minha filha em rede nacional, uma pessoa que frequentou a minha família e foi tratado como tal. ", declarou Sonia. Hoje realmente caiu a máscara dele e todo o Brasil viu quem ele realmente é. Eu dei vários depoimentos elogiando ele, retiro tudo e acho que ele e aquela mulher se merecem. Ele gosta tanto de animais que agora está com uma cadela no cio", continuou.

“Ele que limpe a boca para falar de ti, porque a partir de hoje eu vou mover todos os pauzinhos para f*** com a vida dele. Vou começar a processar ele por ter exposto o nome da minha filha em rede nacional. Camila, tu sabes como te amo incondicionalmente, eu não podia ficar quieta. É a tua vida, eu sei, mas enquanto eu puder eu vou falar e vou brigar por você. O que ele fez hoje foi nojento, repugnante, e ainda falou que a ex não existia, que a ex tinha morrido” revoltou-se

No final, disse que, caso a filha concorde, pode fazer revelações sobre Rafa. "Tu sabes que tem muitas coisas sobre ele que posso falar, está cheio de jornalistas querendo falar comigo no Twitter, se tu me autorizar eu abro a minha boca. A minha felicidade é saber que hoje à noite ele fechou o caixão dele no “BBB”, vai sair com uma rejeição de 100%”, prometeu.

NO TWITTER

No Twitter, após o desabafo da ex-sogra, a hashtag #autorizacamila ficou entre os tópicos mais comentados.

Os internautas pedem que a ex de Rafa, Camila, autorize a mãe a falar tudo de ruim que sabe sobre Rafa.

Fonte: Portal Uol
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Defesa de Lindemberg diz que pediu anulação do júri e redução da pena

ana lúcia assad (Foto: Nelson Antoine/Foto Arena/AE)Advogada Ana Lúcia Assad durante júri
(Nelson Antoine/Foto Arena/AE)
A advogada de Lindemberg Alves, Ana Lúcia Assad, afirmou nesta quinta-feira (23) que entrou nesta quarta (22) com um recurso no Fórum de Santo André, no ABC, pedindo a anulação do júri que o condenou à prisão pelo assassinato da ex-namorada, Eloá Pimentel, em outubro de 2008. Na mesma solicitação, a defensora pediu ainda a redução da pena de reclusão de 98 anos e 10 meses de reclusão dada para seu cliente.
Além da morte de Eloá, Lindemberg, de 25 anos, foi condenado num júri popular à prisão por outros 11 crimes cometidos durante o sequestro no apartamento da vítima na cidade paulista. A ex foi morta a tiros. Na época, ela tinha 15 anos. Os jurados decidiram pela condenação no dia 16 deste mês. A sentença com a pena foi dada pela juíza Milena Dias.

Em entrevista ao G1, a advogada Ana Lúcia Assad disse que pediu a anulação do julgamento de Lindemberg e a marcação de um novo júri. “Eu aleguei que houve cerceamento de defesa”, disse a defensora. "Era o último dia de prazo para que eu entrasse com algum recurso".

A respeito da solicitação para redução da pena do condenado, a advogada afirmou que a juíza não incluiu no julgamento a reclamação da defesa de que Lindemberg deveria ser julgado por um “crime continuado”. “Meu cliente foi julgado e condenado por 12 crimes, mas, no meu entender, o crime é continuado”, disse Ana Lúcia Assad.

De acordo com a advogada de Lindemberg, o recurso com os dois pedidos será encaminhado ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), onde será julgado por desembargadores. A liminar caberá a um desembargador relator, e o mérito será decidido posteriormente por esse magistrado e outros dois desembargadores.

TJ-SP
Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa do TJ-SP informou que não havia chegado ao tribunal nenhum recurso pedindo a nulidade do júri do caso Eloá ou redução da pena de Lindemberg até as 11h30 desta quinta-feira. O TJ também afirmou também que nenhum documento havia chegado ao Fórum de Santo André no horário. Isso, no entanto, não significa que o recurso não tenha sido entregue. Segundo a assessoria, geralmente a confirmação da chegada do documento demora alguns dias para entrar no sistema.

Fonte: G1
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Promotor diz que vai denunciar sete adultos por estupro coletivo na PB

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O promotor Márcio Teixeira declarou nesta quinta-feira (23) que irá denunciar os sete adultos suspeitos de envolvimento nos estupros de cinco mulheres e mortes de duas no município de Queimadas, na Paraíba. Segundo ele, o inquérito foi concluído pela Polícia Civil dentro do prazo de dez dias e entregue na quarta-feira ao fórum da cidade. "Acabamos de receber o inquérito hoje de manhã e vamos estudá-lo. Posso adiantar que certamente será oferecida denúncia contra os sete indiciados", explicou em entrevista à TV Paraíba.
Segundo ele, existe a possibilidade de um dos suspeitos ser julgado separadamente. Seria um dos irmãos que teriam planejado a festa onde os estupros aconteceram. Com base nos depoimentos de oito dos dez presos, ele seria o autor dos tiros que mataram a recepcionista Michele Domingos da Silva, de 29 anos, e a professora Isabela Monteiro, de 27.

"Ele pode ser julgado separadamente dos seis, porque o crime de homicídio é doloso contra a vida e é julgado certamente pelo Tribunal do Júri. Diferentemente dos outros que respondem por estupro e serão julgados provavelmente pelo juiz singular", comentou.
De acordo com a delegada Cassandra Duarte, que conduziu as investigações em Campina Grande, além dos estupros e dos assassinatos, o grupo também foi indiciado por formação de quadrilha e porte ilegal de arma.
Na semana passada, o promotor fez uma audiência com os três menores de idade que foram apreendidos por suspeita de envolvimento no caso. Após as oitivas, ele declarou que estuda denunciar os adolescentes pelos crimes de estupro, homicídio e porte ilegal de arma.

Fonte: G1
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Vídeo mostra detentos sendo torturados em Aracruz, diz TJ-ES

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Uma denúncia de tortura e maus-tratos a internos do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Aracruz, no Norte do estado, foi encaminhada ao Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES) no mês de fevereiro. Em vídeos realizados por um agente penitenciário do local, e divulgados nesta quinta-feira (23), vários detentos são colocados em filas, ficam nus e realizam exercícios físicos solicitados por funcionários. Veja no vídeo ao lado uma das ações de tortura psicológica realizada na unidade prisional.
Segundo o presidente do TJ-ES, o desembargador Pedro Valls Feu Rosa, os presos foram expostos a situações vexatórias. Como medida administrativa, a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) afastou três diretores e quatro agentes do CDP do município. O Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) e a promotoria de Aracruz também investigam a situação. 
De acordo com o Tribunal de Justiça, o vídeo foi gravado por um agente penitenciário nos dias 8 e 16 de dezembro de 2011, e 22 de janeiro de 2012, e chegou ao tribunal na última sexta-feira (17). Segundo a Sejus, este servidor foi transferido para outra unidade penitenciária por ter recebido ameaças.
Segundo o tribunal, esta é a primeira denúncia recebida de tortura acompanhada de provas, desde o surgimento do torturômetro há um mês. Além da denúncia comprovada, o TJ-ES também recebeu outras denúncias de tortura em presídios espalhados pelo estado. De acordo com Feu Rosa, as apurações vão continuar para que os envolvidos sejam penalizados criminalmente.
O presidente do TJ-ES considerou a situação em Aracruz inaceitável. "Isso é um tapa na cara do sistema legal, um tapa na cara do mundo das leis e de toda a sociedade capixaba. Esse pessoal não respeita nada. Chegou a hora do estado e de toda a população se unir para reagir a esses feitos", disse.
Capacidade do CDP
No Centro de Detenção Provisória (CDP) de Aracruz, há cerca de 210 detentos que ainda não foram julgados pela justiça. Segundo a Sejus, a capacidade total é de 178, mas atualmente está superlotada. O presídio conta com 72 agentes.
O secretário estadual de Justiça, Ângelo Roncalli, foi cauteloso ao comentar os excessos dos servidores em Aracruz. "Não dá para fazer um pré-julgamento, temos que apurar toda a situação. O governador Renato Casagrande já foi notificado e a diretoria do presídio afastada. Quanto às outras denúncias recebidas em outras unidades, ainda não há provas. Uma sindicância foi aberta e vamos agilizar a apuração", conta.
Imagens
Nos mais de 40 minutos de vídeos divulgados pelo Tribunal de Justiça, diversos detentos são colocados em filas, ficam nus, realizam exercícios físicos solicitados por agentes, além de realizarem uma série de agachamentos. Os agentes intimidam os presos durante as ações com xingamentos e palavras de ordem. "Vocês vão ficar aí até atingirem a perfeição desse procedimento", diz um dos agentes penitenciários no vídeo.
Mesmo sem a presença de agressões físicas nos vídeos, o desembargador William Silva afirmou que a tortura é psicológica. "Este é o pior tipo de tortura. Só se identifica com ressonância. Agressão é fácil de saber, psicológica não", comentou.

Tortura em Aracruz (Foto: Reprodução / Tribunal de Justiça do Espírito Santo)Tortura em Aracruz (Foto: Reprodução / Tribunal de Justiça do Espírito Santo)

Outras denúncias

Além do ocorrido em Aracruz, a Comissão de Prevenção e Enfrentamento à Tortura do Tribunal de Justiça do Espírito Santo também recebeu outras denúncias de tortura em 2012. Presídios da Serra, Viana e Vila Velha, na Grande Vitória, em São Mateus, no Norte, e Colatina, no Noroeste, também tiveram presos torturados, mas sem provas. "Temos muitas denúncias, mas ainda temos que apurar porque há muitos relatos anônimos, registros inconclusivos, mas são denúncias que serão apuradas", explica William Silva.

Motivação dos crimes

Sobre o que poderia motivar os agentes penitenciários a cometerem os atos de tortura, o presidente da Comissão de Direitos Humanos do Espírito Santo, Gilmar Ferreira de Oliveira, alega que o governo precisa orientar melhor os servidores. "É uma questão de formação. O estado tem que orientar mais, tem que dar boas condições de trabalho. É possível que num levantamento mais profundo a gente possa detectar melhor os motivos. Mas nenhuma justificativa é aceitável. Salário, condições de trabalho, nada justifica", salientou.

Fonte: G1
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Empresa pode consultar SPC, Serasa e órgãos de polícia antes de contratar, decide TST

A 2ª Turma do  TST (Tribunal Superior do Trabalho) rejeitou apelo do MPT (Ministério Público do Trabalho da 20ª Região), em Sergipe, para impedir que uma rede de lojas de Aracaju consultasse SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), Serasa (Centralização dos Serviços Bancários S/A), órgãos policiais e do Poder Judiciário antes de contratar funcionários.

Em decisão unânime, os minitros da 2ª turma consideram que as consultas não são fatores discriminatórios, e sim critérios de seleção de pessoal que levam em conta a conduta individual.

No recurso ao TST, o MPT alegou que a decisão regional violou os artigos 1º, inciso III, 3º, inciso IV, 5º, inciso X, da Constituição da República, e 1º da Lei 9.029/1995, sustentando que a conduta da empresa é discriminatória.

Ao examinar o caso no TST, o relator do recurso de revista, ministro Renato de Lacerda Paiva, frisou que os cadastros de pesquisas analisados pela G. Barbosa são públicos, de acesso irrestrito, e não há como admitir que a conduta tenha violado a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. Destacou também que, se não há proibição legal à existência de serviços de proteção ao crédito, de registros policiais e judiciais, menos ainda à possibilidade de algum interessado pesquisar esses dados.

Nesse sentido, o ministro salientou que, "se a Administração Pública, em praticamente todos os processos seletivos que realiza, exige dos candidatos, além do conhecimento técnico de cada área, inúmeros comprovantes de boa conduta e reputação, não há como vedar ao empregador o acesso a cadastros públicos como mais um mecanismo de melhor selecionar candidatos às suas vagas de emprego".

Preocupado com a questão de que, quanto à análise de pendências judiciais pela G. Barbosa, houvesse alguma restrição quanto à contratação de candidatos que tivessem proposto ações na Justiça do Trabalho, o ministro José Roberto Freire Pimenta levantou o problema, mas verificou que não havia nada nesse sentido contra a empresa. O empregador, segundo o ministro, tem todo o direito de, no momento de contratar, apurar a conduta do candidato, porque depois, questionou, "como é que faz para rescindir"?

Prática discriminatória e dano moral coletivo

Tudo começou com uma denúncia anônima em 13/09/2002, informando que a empresa adotava a prática discriminatória de não contratar pessoas que, mesmo satisfazendo os requisitos para admissão, tivessem alguma pendência no SPC. Um inquérito foi aberto e, na audiência, a empresa se recusou a assinar TAC (Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta) para se abster de fazer a pesquisa.

O MPT, então, ajuizou a ação civil pública. Na primeira instância, a empresa foi condenada à obrigação de não fazer a pesquisa, sob pena de multa de R$ 10 mil por cada consulta realizada e, ainda, a pagar indenização de R$ 200 mil por dano moral coletivo.

A empregadora, conhecida pelo Supermercado GBarbosa, recorreu então ao TRT-20 (Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região) (SE), alegando que o critério utilizado leva em consideração a conduta do indivíduo e se justifica pela natureza do cargo a ser ocupado, não se caracterizando discriminação de cunho pessoal, que é vedada pela lei.

Além disso, a empresa afirmou que, apesar de atuar no ramo de varejo, com concessão de crédito, não coloca obstáculo à contratação de empregados que tenham seu nome inscrito no SPC, mas evita destiná-los a funções que lidem com dinheiro, para evitar delitos.

O TRT-SE julgou improcedente a ação civil pública, destacando que, na administração pública e no próprio processo seletivo do Ministério Público, são feitas exigências para verificar a conduta do candidato. Nesse sentido, ressaltou que a discriminação proibida pela Constituição é a decorrente de condição pessoal - sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade-, que teria origem no preconceito. Ao contrário, a discriminação por conduta individual, relativa à maneira de proceder do indivíduo em suas relações interpessoais, não é vedada por lei.

O Regional lembrou que a Constituição dá exemplos literais de discriminação quanto ao conhecimento técnico-científico (qualificação) e reputação (conduta social) quando exige, para ser ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) ou de Tribunais Superiores, cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada. Essas exigências não são preconceituosas e se justificam pela dignidade e magnitude dos cargos a serem ocupados, porém, não deixam de ser discriminatórias.

O Regional concluiu que "não se pode retirar do empresário o direito de escolher, dentre os candidatos que se apresentam, aqueles que são portadores das qualificações técnicas necessárias e cuja conduta pessoal não se desvia da normalidade".

Fonte: Portal Uol
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Deivid pede a palavra, assume erro e avisa: 'Não sou frouxo, covarde e otário'

Protagonista do lance mais incrível da partida da última quarta-feira, contra o Vasco, quando o Flamengo acabou sendo derrotado por 2 a 1, o atacante Deivid chamou a atenção novamente nesta quinta-feira. Ao invés de se esconder da polêmica, o jogador pediu a palavra, comunicou a assessoria de imprensa do clube que gostaria de ser o entrevistado do dia e assumiu toda a culpa pela eliminação do time na semifinal da Taça Guanabara.

"Não sou jogador frouxo, covarde e otário. Por tudo que tenho lido, a repercussão inteira do caso, eu não teria motivos para me esconder. Essa é a minha profissão e eu tenho que assumir as coisas que faço. Se tivesse feito o gol, iríamos para o intervalo com 2 a 1 e a situação seria outra, mas é uma coisa que acontece", disse o atacante, acrescentando.


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"Vi que colocaram o Ronaldinho como o pior do jogo também. A culpa não foi dele, não foi do Joel, não foi de ninguém. Só tem um culpado, eu. Gostaria de estar aqui falando da boa atuação, do gol que fiz, do passe para o gol do Love. Poderia estar falando como herói da classificação, mas falo como vilão. E isso nunca vai me fazer pedir para sair do Flamengo. Tenho contrato até dezembro e vou cumprir", frisou Deivid.

Noite sem dormir

Apesar da tranquilidade para comentar o assunto e se posicionar diante dos microfones e inúmeros questionamentos, o atacante rubro-negro admitiu que não foi fácil superar o lance incrível após a partida. O jogador, que passou a madrugada em claro, revelou que contou com o apoio de familiares e ex-companheiros para conseguir dormir.

"Foi complicado demais. Não consegui dormir e só fui deitar quase Às 8h da manhã. O que me ajudou foram as inúmeras ligações de ex-companheiros, presidentes de outros clubes, dirigentes e familiares. Eles ressaltaram que eu tenho uma carreira muito bonita e que isso não pode ser apagado. Só fico mais triste pelas gracinhas que minha família escuta e pelo torcedor que paga caro e não merece isso", salientou.


DEIVID GANHA VINHETA DA GLOBO E CHARGES DE INTERNAUTAS; VEJA:

Gol perdido por Deivid ganha vinheta na GloboCorneta FC: Sorte do dia: você não é o Deivid


Por fim, sem escapar de nenhuma pergunta, Deivid tentou explicar o que aconteceu na hora do lance e disse que até o filho de cinco anos faria o gol. "Fui tão convicto que bati para comemorar. A desatenção naquela fração de segundo acabou gerando o gol perdido. Até meu filho, de cinco anos, faria. Pensei nele quando aconteceu. Ele já entende. Vou tentar recuperar e dar a volta por cima", encerrou o atacante do Flamengo.

Flamengo x Vasco



Foto 19 de 19 - Diego Souza comemora ao marcar o segundo gol do Vasco sobre o Flamengo MaisAndré Ricardo/UOL


Fonte: Uol Esportes
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Já está no ar o hotsite do Imposto de Renda


A partir de amanhã o programa para fazer a declaração do Imposto de Renda estará liberado para download no site da Receita Federalo. A entrega começa no próximo dia 1º de março e o prazo final é 30 de abril. A data não será prorrogada. A última vez que isso aconteceu foi em 1995. Quem perder o prazo terá pela frente uma multa que pode variar entre R$ 165,74 e 20% do imposto devido. Melhor não passar vergonha na frente do leão. Quem nunca fez a declaração pode até sentir um frio na barriga. Mas dá para pedir ajuda. O leitor do Diario já pode consultar o hotsite especial do IR.

A página traz os critérios de obrigatoriedade, o que pode ser deduzido e os modelos de declaração (a simplificada para quem não tem muitas deduções e a completa para quem tem coisa a beça para deduzir). O hotsite tem um espaço com dúvidas frequentes e outro para que você faça perguntas, que serão respondidas por uma equipe de especialistas. Há ainda informações para quem tiver imposto a pagar.

As empresas têm até 29 de fevereiro para entregar os comprovantes de rendimentos aos trabalhadores e a Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf) à Receita. O documento deve trazer as informações sobre o total dos rendimentos obtidos pelo trabalhador em 2011 e o IR retido no período. A empresa que não entregar o documento dentro do prazo terá de pagar uma multa.

Fonte: DN
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