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sábado, junho 10, 2017

Acusado de envolvimento na morte de lutador de MMA em Natal, soldado da PM vai a júri popular

Luiz de França foi assassinado dentro de academia em Natal (Foto: Luiz de França/Arquivo pessoal)

Está marcado para começar às 8h da terça-feira (13), no Plenário do Tribunal do Júri, no Fórum Desembargador Miguel Seabra Fagundes, em Natal, o julgamento do soldado da Polícia Militar Moisés Gonçalo do Nascimento, de 44 anos. Ele é acusado de participação no assassinato do lutador de MMA Luiz de França Sousa Trindade.

O crime aconteceu em fevereiro de 2014 na frente de uma academia de musculação e artes marciais no conjunto Cidade Satélite, onde a vítima dava aulas. 'Luizinho', como era mais conhecido, tinha 25 anos.

Tenente da PM Iranildo Félix,  principal suspeito do crime, foi encontrado morto em dezembro de 2015 dentro de um quartel onde estava preso (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
Tenente da PM Iranildo Félix, principal suspeito do crime, foi encontrado morto em dezembro de 2015 dentro de um quartel onde estava preso (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)

Segundo a acusação, o soldado Moisés pilotava uma moto e teria ajudado o assassino a fugir. O autor dos disparos, no caso, seria o tenente da PM Iranildo Félix, que em dezembro de 2015 foi encontrado morto dentro do 5º Batalhão, onde estava preso. Na época, a Polícia Militar declarou que um agente foi levar a comida do tenente e o encontrou enforcado com um lençol. Iranildo negava o crime.

As investigações apontaram que a morte de Luizinho foi motivada por um desentendimento entre o tenente e o lutador durante treinamentos que ambos faziam na academia.

Moisés Gonçalo do Nascimento é soldado da PM (Foto: Divulgação/Polícia Civil do RN)
Moisés Gonçalo do Nascimento é soldado da PM (Foto: Divulgação/Polícia Civil do RN)

Defesa

Moisés foi preso no dia 6 de maio de 2014. Passou algum tempo detido no Comando Geral da PM, mas logo foi internado no Hospital Psiquiátrico Professor Severiano Lopes (antiga Casa de Saúde Natal), onde permanece até hoje.

A defesa do soldado acredita na inocência dele. Ao G1, a advogada Kátia Nunes alega que a acusação não possui nada que comprove a presença do soldado no local do crime. "Vamos defender a tese de que Moisés não tem nenhum envolvimento no assassinato", afirma.

Insanidade mental

Ainda de acordo com a advogada, um laudo do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) declarou que o soldado é semi-imputável, ou seja, parcialmente capaz de responder pelos próprios atos. "Moisés está internado já tem mais de 3 anos em uma instituição psiquiátrica. Neste período, ele já tentou se matar enforcado duas vezes", disse Kátia Nunes.

“Vai ser um júri muito técnico e polêmico, pois a família da vítima tem um poder aquisitivo significativo com vários advogados na assistência”, acrescentou a advogada.

Fonte: G1

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