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terça-feira, junho 27, 2017

Fred Queiroz relatou ao MPF e ao MPRN sobre todas as campanhas eleitorais das quais participou


O empresário Fred Queiroz relatou a procuradores do Ministério Público Federal e a promotores do Ministério Público do Rio Grande do Norte sobre suas atividades nas campanhas eleitorais das quais participou, conforme apurou a reportagem do portalnoar.com.

O empresário foi um dos principais coordenadores políticos do PMDB, tendo atuado em todas as últimas campanhas do partido.

A última campanha da qual Fred participou foi a do prefeito Carlos Eduardo Alves, em 2016, de quem quase foi candidato a vice.

Ainda é inconclusivo afirmar que houve ilegalidades nas campanhas, mas segundo a reportagem apurou com fontes que acompanham o caso, o empresário detalhou aquelas das quais participou.

Quando não atuou como coordenador político, Fred teve sua empresa, a Pratika Locações, listada como prestadora de serviços.

Todas as campanhas das quais Fred Queiroz participou tiveram suas contas aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Em 2006, a Pratika prestou serviços aos candidatos ao senado Rosalba Ciarlini e Garibaldi Alves

Em 2008, a empresa prestou serviços às campanhas de Fátima Bezerra e Micarla de Sousa.

Em 2010, a Pratika aparece como prestadora de serviços para vários candidatos, entre os quais Dilma Rousseff, Henrique Eduardo Alves, Miguel Weber, Paulo Wagner e Iberê Ferreira e Souza

Na campanha de 2012, a Pratika foi prestadora de serviços para Carlos Eduardo Alves e para Hermano Morais, então candidato a prefeito.

Na campanha de 2014, a Pratika voltou a participar da campanha de vários candidatos, chegando a ser acusada de repasse de dinheiro para compra de votos, fato que não ficou comprovado.

Em 2016, já vigorava a proibição para doação de empresas privadas, o que reduziu a participação de muitas empresas prestadoras de serviço. Mas a Pratika aparece no sistema da Justiça Eleitoral como prestadora de serviço em uma campanha para vereador de Natal.

A participação da Pratika nas campanhas citadas não configura crime. Os registros constam no banco de dados da Justiça Eleitoral em contas que foram aprovadas.

Todavia resta a especulação de se o empresário apontou ao MPF e ao MPRN alguma ilegalidade nas corridas eleitorais quais participou como coordenador político e/ou prestador de serviços.

Fonte: Portal no Ar

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