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domingo, junho 18, 2017

Promotoria de Nova York atualiza denúncia contra ex-dirigentes da Fifa


A promotoria de justiça de Nova York apresentou novos detalhes da denúncia contra o ex-presidente da CBF, José Maria Marin.
O atual presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, e o ex-presidente, Ricardo Teixeira, também são citados no documento divulgado esta semana, que é uma atualização da denúncia contra Marin e os outros dois dirigentes sul-americanos
Os três estão em prisão domiciliar nos Estados Unidos, acusados de fazer parte do maior escândalo de corrupção da história da Fifa.
Del Nero e Teixeira são apontados como beneficiários de pagamento de propina, mas não há denúncia formal contra eles.
Os procuradores dizem que entre 1990 e 2009, a empresa de marketing esportivo Traffic fechou contratos com a CBF pra conseguir os direitos comerciais da Copa do Brasil. Durante esse período, Teixeira teria pedido e recebido propinas de José Hawilla, dono da Traffic.
Em torno de 2011, outra empresa fechou contrato com a CBF pra comprar os direitos comerciais da Copa do Brasil, entre 2015 e 2022.
Essa empresa teria aumentado o valor da propina, porque Marin e Del Nero também pediram uma parte do dinheiro.
O documento diz que um esquema semelhante foi montado com a empresa Datisa, para explorar os direitos comerciais das edições da Copa América de 2015, 2019 e 2023, além da Copa América Centenário, disputada no ano passado.
De acordo com a promotoria americana, a Datisa concordou em pagar dezenas de milhões de dólares em propina a vários dirigentes.
Ainda segundo a promotoria, os três dirigentes brasileiros receberam propina, em troca de apoio à empresa de marketing esportivo T&T como detentora dos direitos da Copa Libertadores, entre outras competições.
O julgamento de Marin, em Nova York, está marcado pro dia 6 de novembro. O brasileiro responde pelos crimes de corrupção, fraude e lavagem de dinheiro. Seu advogado afirmou que ele é inocente, e estuda o processo para saber qual providencias serão tomadas.
A assessoria da CBF declarou que o presidente da entidade, Del Nero, reitera o que tem afirmado: que não existe e nem existirá qualquer prova que o incrimine e que a matéria noticiada é conhecida desde 2015.
Já a defesa de Teixeira só vai se manifestar depois de ser comunicada formalmente a respeito do processo e depois de ter acesso aos autos do procedimento.

Fonte: Globo Esporte

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