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quinta-feira, julho 06, 2017

Ministro da Defesa reforça que FAB combata aviões suspeitos: 'vai levar tiro'

Ministro da Defesa Raul Jungmann visitando Vilhena (Foto: Eliete Marques/G1)

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, ressaltou nesta quarta-feira (5) que a Força Áérea Brasileira (FAB) vai combater qualquer avião suspeito que invadir o espaço aéreo brasileiro. “Nós não admitimos criminosos que queiram trazer drogas e armas às famílias brasileiras. Se não obedecer as ordens da defesa aérea, vai levar tiro de detenção”, frisou Jungmann durante visita em Vilhena (RO).
No último domingo (2), o programa Fantástico, da Rede Globo, mostrou imagens de um caça da FAB atirando contra um avião suspeito na região de fronteira.
A visita a Rondônia foi feita para ressaltar a Operação Ostium, que foi deflagrada no último mês de março e segue por todo o ano com o objetivo de reforçar a vigilância aérea sobre a região de fronteira e combater voos irregulares.
Segundo o ministro, a operação cobre toda a fronteira brasileira, que vai do Rio Grande do Sul (RS) até o Amapá (AP). Foi observado, através de dados, que a fronteira entre Bolívia e Paraguai é onde mais acontecem voos desconhecidos.

Raul Jungmann fala sobre combate de crimes na fronteira (Foto: Eliete Marques/G1)
Raul Jungmann fala sobre combate de crimes na fronteira (Foto: Eliete Marques/G1)

“Nós temos a maior operação da Força Aérea Brasileira desde a Segunda Guerra Mundial. Só nas fronteiras com Bolívia e Paraguai nós temos um efetivo de 800 homens e mulheres mobilizados e temos mais de 30 aeronaves. Entre a fronteira da Bolívia e do Paraguai, desde que a Ostium começou, houve uma queda de 80% dos voos desconhecidos”, enfatizou.
Conforme Jungmann, durante a operação já foram realizadas três apreensões em aviões, entre elas, os mais de 600 quilos de cocaína em Jussara (GO).
“A nossa determinação é de que o criminoso identificado cumpra as ordens e aterrisse. Se não, nós não vamos vacilar e vamos disparar o tiro de detenção”, salienta.
Abordagem de aeronaves
O ministro explica que os radares estabelecem corredores, que é uma espécie de uma via aérea. Se a aeronave não passa pela via, um Super Tucano sobe imediatamente e entra em contato, mandando que ela desça em um aeroporto pré-determinado.

Raul Jungmann em Vilhena (Foto: Eliete Marques/G1)
Raul Jungmann em Vilhena (Foto: Eliete Marques/G1)

Caso o piloto não obedeça, é disparado um tiro de advertência para que ele obedeça e siga o Super Tucano.
“Se mesmo assim ele recusar todas as ordens da defesa aérea, e permanecer, ele vai levar tiro de detenção, porque é isso que manda a Lei do Abate, e isso que nós vamos cumprir sem vacilação. Nós não vamos dar mole com criminoso”, conclui.

Fonte: G1

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