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sexta-feira, março 17, 2017

Helicóptero de empresa de prefeito de Araucária cai na cidade


Um helicóptero caiu, por volta das 15h30, em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba. A aeronave pertence a uma empresa do atual prefeito da cidade, Hissam Hussein (PPS), segundo a assessoria de imprensa da prefeitura.
O Corpo de Bombeiros informou que quatro pessoas ficaram feridas, sendo uma em estado grave. A primeira informação repassada pelos bombeiros era de que ao menos cinco pessoas estavam feridas, mas o número foi corrigido posteriormente.

A assessoria ainda afirmou que o prefeito não estava no helicóptero no momento da queda. A aeronave caiu em uma rotatória, no bairro Estação, próximo à Câmara de Vereadores, ainda conforme a prefeitura.
A lataria do helicóptero ficou retorcida, mas não houve explosão, disse a assessoria do prefeito.


Queda foi em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (Foto: Divulgação/Polícia Militar de Operações Aéreas)Queda foi em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (Foto: Divulgação/Polícia Militar de Operações Aéreas)

Fonte: G1
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Fim da linha: após queda na Copa do Brasil, Cristóvão deixa o Vasco

cristóvão borges vasco macaé (Foto: André Durão / GloboEsporte.com)

Chegou ao fim a segunda passagem de Cristóvão Borges pelo Vasco. Nesta sexta-feira, um dia após a derrota por 1 a 0 para o Vitória - e, consequentemente, a eliminação na Copa do Brasil -, o clube comunicou a saída do treinador. Alvo da torcida nos últimos jogos, Cristóvão deixa o cargo com sete vitórias, dois empates e cinco derrotas entre jogos oficiais e torneio de pré-temporada. 
Em seu site, o Vasco publicou o seguinte comunicado, assinado pelo presidente Eurico Miranda:
A direção do Club de Regatas Vasco da Gama comunica a saída do treinador Cristóvão Borges a partir desta sexta-feira (17/03). O Vasco agradece os serviços prestados pelo profissional, que sempre trabalhou com dedicação.
VOTE: Com a saída de Cristóvão Borges, quem seria o nome ideal para assumir o Vasco?
Desde que foi anunciado, ainda em dezembro de 2016, Cristóvão nunca teve unanimidade no Vasco. Parte da torcida se manifestou contrária à contratação do treinador. Ele, porém, recebeu o apoio de Eurico, que ressaltou a primeira passagem do treinador, entre 2011 e 2012. 
Entretanto, os resultados ruins logo minaram a paciência da torcida. Nas últimas partidas, Cristóvão foi constantemente hostilizado. A pressão chegou a um ponto que convenceu Eurico, avesso a mudanças de treinadores, capitular. 
Luxemburgo e Ricardo Gomes cotados
Agora, a diretoria trabalha para buscar o substituto de Cristóvão. Não há ainda um nome de consenso, embora a preferência seja por alguém com experiência. Parte da cúpula defende a contratação de Vanderlei Luxemburgo, que tem relação estremecida com Eurico Miranda. 
Outro nome que agrada é o de Ricardo Gomes. Porém, o técnico é amigo de Cristóvão, que foi seu auxiliar e assumiu o Vasco em 2011 justamente após o AVC sofrido pelo então comandante. Neste cenário, é improvável que Ricardo aceite caso seja realmente procurado. 

Fonte: Globo Esporte
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Justiça descarta prisão domiciliar a Mizael, condenado no caso Mércia

Julgamento de Mizael Bispo de Souza (Foto: Reprodução Globo News)

A Justiça descartou o pedido do detento Mizael Bispo de Souza para cumprir o restante da pena em regime domiciliar. Condenado a 20 anos de prisão pelo assassinato triplamente qualificado da ex-namorada Mércia Nakashima, em 2010, o ex-policial e advogado alega que por ser policial reformado estaria correndo risco de vida ao cumprir pena em presídio comum, na Penitenciária 2, em Tremembé (SP). A Justiça considerou que não há base legal para o pedidol. Cabe recurso.
A tentativa de obter o benefício foi protocolada no último dia 6 e pedia, caso o judiciário negasse a prisão domiciliar, o cumprimento da pena em penitenciária militar e sugere o presídio Romão Gomes, na capital paulista.
No habeas corpus, a defesa aponta ainda que ele está há 140 quilômetros de distância da residência da família, o que dificultaria as visitas.
A Justiça descartou o pedido Mizael no dia 7 por considerar que não há fundamento legal. Segundo a relatora do processo, ele já está em estabelecimento carcerário destinado a presos especiais - a P2 abriga detentos considerados 'famosos' condenados por casos de grande repercussão. Sendo assim, para a Justiça, ele já se encontra-se em local adequado para presos diferenciados. Mizael está na P2 desde 2013.
A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) foi procurada para comentar o assunto e a reportagem aguardava retorno até a publicação. O G1 tenta contato com o advogado Valmir dos Santos, responsável pela defesa do condenado.
Benefício
Essa é a segunda tentativa de progressão de regime feita pela da defesa. Em setembro do ano passado ele entrou com pedido de regime semiaberto, mas foi negado. Na época, a defesa apontou que o crime cometido por ele foi passional, ao contrário do que consta na condenação - crime hediondo.
o caso do crime hediondo, a lei prevê que os presos cumpram pelo menos dois quintos da pena, no caso de Mizael o equivalente a oito anos, em regime fechado para pleitear a progressão. Se o crime fosse considerado passional (crime comum), a autorização poderia ser concedida a partir do cumprimento de um sexto da reclusão - 3 anos e 3 meses.

Caso Mércia
Mércia Nakashima desapareceu em 23 de maio de 2010 depois de ter saído da casa de familiares, em Guarulhos (SP). Seu corpo foi encontrado em uma represa Nazaré Paulistax (SP) no dia 11 de junho, um dia depois de seu carro ter sido localizado submerso ali pelos bombeiros.
O julgamento aconteceu três anos depois. Mizael negou no tribunal do júri que tenha matado a ex-namorada.
O réu mostrou a mão direita, onde não tem um dos dedos, afirmando que não consegue atirar com essa mão. Mizael é destro.
Sobre o fato de ter ficado foragido durante a investigação, o ex-policial disse que essa era uma atitude normal de um inocente.
Ele afirmou ainda que foi vítima de uma armação da polícia, que "queria um culpado" e disse ainda que tinha um relacionamento normal com Mércia.
Além de Mizael, o julgamento teve o depoimento de testemunhas. O delegado Antonio Assunção de Olim, responsável por investigar o caso pelo Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou não ter "dúvida nenhuma de que o Mizael matou a Mércia”.
Durante mais de cinco horas, o delegado falou sobre o percurso feito pelo réu no dia da morte de Mércia, com base no rastreador instalado no veículo. Segundo Olim, Mizael desconhecia o fato de seu veículo possuir um rastreador que foi instalado pela seguradora a pedido de Mércia.
O delegado falou também sobre ligações telefônicas feitas por Mizael e que, segundo o registro das antenas de telefonia, mostram que o réu esteve em Nazaré Paulista.
O vigia Evandro Bezerra Silva, acusado de ajudar Mizael, foi condenado a 18 anos de prisão por ser cúmplice na morte de Mércia Nakashima.

Fonte: G1
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Casal é achado morto em porta-malas de carro carbonizado em Araruama


Os corpos de um casal foram encontrados dentro do porta-malas de um carro carbonizado na noite desta quinta-feira (16) em Araruama, na Região dos Lagos do Rio. Segundo informações da 118ª Delegacia de Polícia, Denilson Santana, 45, e Nilceia Lima, 40, foram sequestrados na quarta-feira (15) e eram moradores da comunidade do Corte. Os agentes da Polícia Civil buscam por um suspeito do crime.
Segundo a polícia, o carro foi encontrado em uma estrada no distrito de Praia Seca por volta das 19h. O sequestro do casal não havia sido comunicado na delegacia, segundo o delegado Luiz Henrique Marques. De acordo com o titular da DP, o crime pode ter relação com o tráfico de drogas.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Araruama.


Casal foi achado morto dentro do porta-malas de um carro (Foto: Facebook/Reprodução)Casal foi achado morto dentro do porta-malas de um carro (Foto: Facebook/Reprodução)

Fonte: G1
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Suspeito de furtar casa é amarrado em poste e agredido por moradores

http://cidadenewsitau.blogspot.com.br/

Um homem suspeito de furtar uma caixa de ferramentas dentro de uma casa foi agredido e amarrado em um poste por moradores, na quinta-feira (16), em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. De acordo com a Polícia Militar, uma equipe foi acionada para apurar o crime e, quando chegou ao local, se deparou com o suposto autor apreendido pela população.
O caso aconteceu no início da noite de quinta-feira na Rua Argel, no Setor Parque das Nações, em Aparecida de Goiânia. Após chegar ao local, os policiais conduziram o suspeito e a vítima até o 4º Distrito Policial, onde a ocorrência foi registrada e o homem autuado em flagrante por furto. Com o suspeito foi apreendida uma faca.
Segundo a assessoria de comunicação da PM, o homem tinha passagens pelos crimes de furto, injúria e ameaça.

Fonte: G1
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Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, vai para prisão domiciliar


O Juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal, decidiu substituir a prisão preventiva da mulher do ex-governador Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo, pela prisão domiciliar. Ainda não há data para soltura, pois os investigadores querem ter certeza antes que o imóvel para onde ela vai ser levada cumpra os pré-requisitos determinados, como não ter linha telefônica e internet.
A decisão da alteração da medida cautelar para Adriana foi tomada porque o juiz entendeu que os filhos menores do casal, de 10 e 14 anos, não podem ser privados simultaneamente do convívio com os pais, que estão presos. Os filhos atualmente estão morando com o irmão, o deputado federal Marco Antônio Cabral (PMDB), que é filho de Cabral, de seu primeiro casamento com Susana Neves, com quem o ex-governador tem outros dois filhos maiores.
Segundo Alexandre Lopes, advogado da ex-primeira-dama, Adriana voltará para seu apartamento no Leblon. "Foi surpresa ter pedido aceito, esperávamos no STJ, não hoje", admitiu.
O advogado acrescentou que o apartamento deve ficar pronto até segunda-feira. Em seguida, a Justiça será notificada, e deve mandar uma vistoria da Polícia Federal para checar se o apartamento cumpre os pré-requisitos.
Lopes também afirmou que não há qualquer intenção por parte da ex-primeira-dama de fazer uma delação premiada. "Há uma obsessão de parte da imprensa com delação premiada. O processo penal não se resume a delação. Ela não tem a menor intenção de fazer uma delação contra quem quer que seja", diz o

Adriana Ancelmo está presa desde 6 de dezembro do ano passado, no Complexo de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste. O complexo penitenciário é o mesma onde está o marido. Ela foi detida na Operação Calicute suspeita de lavar dinheiro e ser beneficiária do esquema de corrupção comandado por Cabral.
Mais três testemunhas eram ouvidas desde a manhã desta sexta-feira (17), durante audiência na 7ª Vara Criminal Federal do Rio, no processo derivado da Operação Calicute, que levou o ex-governador Sérgio Cabral para a cadeia em novembro do ano passado.
Uma das testemunhas ouvidas nesta sexta, Maria Luíza Trotta, diretora comercial da H. Stern, que atendia pessoalmente o casal, disse Sérgio Cabral e sua mulher Adriana Ancelmo adquiriram 40 joias na joalheria H. Stern entre meados de 2012 e 2015, que somavam valor de R$ 6 milhões. Os investigadores suspeitam que a compra de joias era uma das estratégias para lavar dinheiro proveniente da corrupção.
O advogado de Adriana negou "recebimento de dinheiro ilícito", e diz que "em relação a compra de joias, algumas aconteceram, outras não". "As compras realizadas por ela eram compras legais", afirmou.


Audiência durante a qual foi permitida a prisão domiciliar de Adriana Ancelmo (Foto: Patrícia Teixeira)Audiência durante a qual foi permitida a prisão domiciliar de Adriana Ancelmo (Foto: Patrícia Teixeira)
Audiência durante a qual foi permitida a prisão domiciliar de Adriana Ancelmo (Foto: Patrícia Teixeira)

Fonte: G1
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Ministro da Justiça é citado na Operação Carne Fraca

Osmar Serraglio comenta conversa gravada na Operação Carne Fraca (Foto: Reprodução/RBS TV)

O ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR), apareceu nesta sexta-feira (17) em conversa gravada pela Polícia Federal durante as investigações da Operação Carne Fraca, que apura um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos, com 309 mandados em 6 estados e no Distrito Federal.
Em uma ligação grampeada, Serraglio chama de “grande chefe” um dos líderes do suposto esquema, o ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) Daniel Gonçalves Filho.
Delegados da Polícia Federal não acreditam que ele tenha cometido algum crime no caso, mas as informações serão repassadas à Procuradoria-Geral da República.
Veja a transcrição da conversa:
- Osmar Serraglio: grande chefe, tudo bom?
- Daniel: tudo bom
- Osmar: viu, tá tendo um problema lá em Iporã, cê tá sabendo?
- Daniel: não
- Osmar: o cara lá, que... o cara que tá fiscalizando lá... apavorou o Paulo lá, disse que hoje vai fechar aquele frigorífico... botô a boca... deixou o Paulo apavorado! Mas pra fechar tem o rito, num tem? Sei lá. Como que funciona um negócio desse?
- Daniel: deixa eu ver o que acontecendo... tomar pé da situação lá tá... falo com o Senhor (...)

'Chefe'
Em evento no Rio Grande do Sul, Serraglio comentou o conteúdo da conversa gravada.
"Esse frigorífico fica a uns 50 km da minha cidade. É o frigorífico que um dia recebeu, eu tô sabendo pelo que eu olhei na imprensa, porque telefonema a gente dá e muito. Eu recebi um comunicado dizendo que iriam fechar o frigorífico", afirmou o ministro.
"Aí eu liguei pra quem, a expressão que a imprensa tá explorando de alguma maneira porque eu chamei de chefe, ele é o chefe, aquele cidadão com quem eu falei é o superintendente do Paraná da Agricultura."
"Eu liguei pra ele pra saber o que está acontecendo em relação ao frigorífico. Aí ele pediu tempo, ele foi se informar com os servidores, aí me respondeu dizendo que, olha, não se preocupe que não tem nada", completou.


Ministro da Justiça, Osmar Serraglio, em evento no Rio Grande do Sul (Foto: Cristine Galissa/RBS TV)Ministro da Justiça, Osmar Serraglio, em evento no Rio Grande do Sul (Foto: Cristine Galissa/RBS TV)

Foro privilegiado
De acordo com o delegado federal Maurício Moscardi Grillo, a ligação do ministro para Daniel foi tratada de maneira isolada porque ele era deputado federal na época, ou seja, tinha foro privilegiado.
"Sentimos que não havia crime por parte do tal ministro", disse Moscardi Grillo."Porém, por cautela, foi necessário fazer esse informe para não sermos questionados."
O delegado ainda complementou que o conteúdo referente ao ministro Serraglio será encaminhado à Procuradoria-Geral da República.
"É um telefone, como se eu desse um telefonema pra alguém, que amanhã essa pessoa merece uma investigação, e que da minha parte não houve nenhum comprometimento", afirmou Serraglio, que confirmou conhecer Daniel Gonçalves e o dono do frigorífico Larissa.

Fonte: G1
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Parte da propina era revertida para PP e PMDB, diz PF sobre fraude em carne

Operação Carne Fraca foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (17). (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

O delegado da Polícia Federal (PF) Maurício Moscardi Grillo afirmou que os partidos PP e PMDB eram beneficiados com propina envolvendo o esquema ilegal de vendas de carnes.
"Dentro da investigação ficava bem claro que uma parte do dinheiro da propina era sim revertida para partido político. Caracteristicamente já foi falado ao longo da investigação dois partidos que ficaram claros: que é o PP e o PMDB", disse durante a coletiva de imprensa realizada em Curitiba na manhã desta sexta-feira (17), dia em que a Operação Carne Fraca foi deflagrada pela PF.
A operação apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.
Segundo a polícia, a Carne Fraca é, em números, a maior operação já realizada pela PF no país. Pela manhã, funcionários do ministério foram detidos. Em seis estados do Brasil e no Distrito Federal, 309 mandados judiciais são cumpridos, sendo 27 de prisão preventiva – que é por tempo indeterminado – e 11 de prisão temporária.
"O período da investigação é o período que eu posso dizer, ao longo de dois anos de investigação isso era mais claro para a gente. Não sei se eventualmente um esquema ligado a partidos ocorria há mais tempo e também não ficava caracterizado para a gente para qual político especificamente ia todo esse dinheiro", relatou Maurício Moscardi Grillo.
A PF informou que ainda não foi detectado o motivo pelo qual o dinheiro era destinado aos partidos. O delegado disse que o valor é alto, mas, até o momento, não se sabe quanto.
O PMDB informou que desconhece o teor da investigação, mas não autoriza ninguém  a falar em nome do partido. O G1 entrou em contato com o PP e aguarda uma resposta.
Durante a coletiva, o delegado também disse que os frigoríficos investigados na Operação Carne Fraca usavam produtos químicos para "maquiar" carne vencida. As empresas  injetavam água para aumentar o peso dos produtos e, em alguns casos, foi constatada ainda falta de proteína na carne.
"Eles usavam ácidos e outros produtos químicos para poder maquiar o aspecto físico do alimento. Usam determinados produtos cancerígenos em alguns casos para poder maquiar as características físicas do produto estragado, o cheiro", afirmou Maurício Moscardi Grillo.
Veja o que se sabe até o momento:
- Agentes do governo teriam recebido propina para liberar licenças de frigoríficos
- Maiores empresas do setor são investigadas no esquema
- Ministro foi gravado em conversas com um dos líderes do esquema
- Frigoríficos vendiam carne vencida no mercado interno e no exterior
- 1,1 mil policiais cumprem mandados: 27 são prisão preventiva e 11 de prisão temporária
A operação envolve grandes empresas do setor, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas, mas também frigoríficos menores, como Mastercarnes, Souza Ramos e Peccin, do Paraná, e Larissa, que tem unidades no Paraná e em São Paulo.
Em contato com o G1, a JBS afirmou que não tem informação de que algum executivo seu foi preso e informou que não há operação da PF na empresa.
A BRF informa que está colaborando com as autoridades para o esclarecimento dos fatos. A companhia reitera que cumpre as normas e regulamentos referentes à produção e comercialização de seus produtos, possui rigorosos processos e controles e não compactua com práticas ilícitas.
A BRF também assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garante que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua.
A reportagem tenta contato com os demais citados pela Polícia Federal.
ÁUDIO:gravações telefônicas obtidas pela Polícia Federal apontam que vários frigoríficos do país vendiam carne vencida tanto no mercado interno, quanto para exportação.

Fonte: G1
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Produtos químicos eram usados para 'maquiar' carnes vencidas, diz polícia

Operação Carne Fraca foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (17). (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Frigoríficos investigados na Operação Carne Fraca usavam produtos químicos para "maquiar" carne vencida, injetavam água para aumentar o peso dos produtos e, em alguns casos, foi constatada ainda falta de proteína na carne. Os detalhes foram passados pelo delegado da Polícia Federal Maurício Moscardi Grillo em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (17).  
“Eles usavam ácidos e outros produtos químicos para poder maquiar o aspecto físico do alimento. Usam determinados produtos cancerígenos em alguns casos para poder maquiar as características físicas do produto estragado, o cheiro", disse Moscardi.
A PF, no entanto, não detalhou ainda em quais empresas foram encontradas estas irregularidades.
No caso da falta de proteína, o delegado explicou que havia substituição. "Foi trocada por fécula de mandioca ou proteína da soja, que é muito mais barata, mais fácil de substituir."
O delegado afirmou que nem mesmo os fiscais envolvidos, que costumavam ganhar carnes dos proprietários como benefício, estavam aguentando a má qualidade dos produtos. "Eles comentavam entre si que não estava mais dando para receber", disse.

Esquema
A operação apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.
Segundo a PF, a Carne Fraca é a maior operação já realizada pela corporação. São 1,1 mil policiais cumprindo 309 mandados – 27 de prisão preventida, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba e estão sendo cumpridas em São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás.
Em dois anos de investigação, detectou-se que funcionários de superintêndencias regionais de Paraná, Minas Gerais e Goiás recebiam propina para facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização efetiva. Alguns dos funcionários foram detidos na operação nesta manhã.
Foram investigadas grandes empresas do setor, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas. Também há envolvimento, segundo a PF, de frigoríficos menores, como Mastercarnes, Souza Ramos e Peccin, do Paraná, e Larissa, que tem unidades no Paraná e em São Paulo. O G1 tenta contato com as empresas citadas.

Em nota, a JBS afirmou que houve ação da Carne Fraca em três unidades produtivas da companhia, sendo duas delas no Paraná e uma em Goiás. Na unidade da Lapa (PR), houve uma medida judicial expedida contra um médico veterinário, funcionário da JBS, cedido ao Ministério da Agricultura. A empresa negou qualquer adulteração em seus produtos. (veja íntegra no fim da reportagem).
A BRF disse que está colaborando com as autoridades para esclarecer os fatos e que não compactua com práticas ilícitas. Disse também que assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garantiu que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua.

Fonte: G1
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PF prende ao menos 20 funcionários públicos envolvidos na 'Carne Fraca'

Dinheiro foi apreendido com Gil Bueno, superintendente regional do Mapa (Foto: Arquivo Pessoal)

Ao menos 20 funcionários públicos foram presos pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (17) suspeitos de envolvimento na Operação Carne Fraca, que investiga a venda ilegal de carnes. Foram emitidos 38 mandados de prisão - 34 contra funcionários públicos. A operação apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.
Também foram presos executivos de grandes grupos frigoríficos, como o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da BRF Brasil, Roney Nogueira dos Santos; o diretor da BRF André Luiz Baldissera; e o funcionário da Seara, empresa da JBS, Flávio Evers Cassou. Segundo o Jornal Hoje, o dono do frigorífico Larissa, Paulo Rogério Sposito, também foi preso.
A operação foi deflagrada no início da manhã desta sexta, mas até as 15h a PF ainda não havia detalhado quem e quantos são os presos. As autoridades também não detalharam quais empresas cometeram as irregularidades citadas.
Além dos 38 mandados de prisão - 27 de prisão preventiva, 11 de prisão temporária - foram emitidos 77 mandados de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão. As ordens judiciais são cumpridas em São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás.
Foram investigadas grandes empresas do setor, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas. Também há envolvimento, segundo a PF, de frigoríficos menores, como Mastercarnes, Souza Ramos e Peccin, do Paraná, e Larissa, que tem unidades no Paraná e em São Paulo. O G1 tenta contato com as empresas citadas.
Veja as empresas que são alvo de busca e apreensão na operação Carne Fraca:
- Big Frango Indústria e Com. de Alimentos Ltda. 
- BRF - Brasil Foods S.A.
- Dagranja Agroindustrial Ltda./Dagranja S/A Agroindustrial
- E.H. Constantino
- Frango a Gosto
- Frigobeto Frigoríficos e Comércio de Alimentos Ltda.
- Frigomax - Frigorífico e Comércio de Carnes Ltda. 
- Frigorífico 3D
-Frigorífico Argus Ltda. 
- Frigorífico Larissa Ltda.
- Frigorífico Oregon S.A.
- Frigorífico Rainha da Paz
- Frigorífico Souza Ramos Ltda.
- JBS S/A
- Mastercarnes
- Novilho Nobre Indústria e Comércio de Carnes Ltda. 
- Peccin Agroindustrial Ltda./Italli Alimentos
- Primor Beef - JJZ Alimentos S.A.
- Seara Alimentos Ltda.
- Unifrangos Agroindustrial S.A./Companhia Internacional de Logística
- Breyer e Cia Ltda.
- Fábrica de Farinha de Carne Castro Ltda. EPP
Segundo a PF, os frigoríficos investigados usavam produtos químicos para “maquiar” carne vencida, injetavam água para aumentar o peso dos produtos e, em alguns casos, foi constatada ainda falta de proteína na carne. A PF, no entanto, não detalhou ainda em quais empresas foram encontradas as irregularidades.
Em nota, a JBS admitiu que três de suas fábricas foram alvo da operação, mas repudiou a adulteração de produtos e afirmou que a empresa e suas subsidiárias "atuam em absoluto cumprimento de todas as normas regulatórias em relação à produção e a comercialização de alimentos no país e no exterior e apoia as ações que visam punir o descumprimento de tais normas", diz a nota. (veja íntegra no fim da reportagem)
Em nota enviada ao mercado, a BRF informou que está colaborando com as autoridades para o esclarecimento dos fatos. "A companhia reitera que cumpre as normas e regulamentos referentes à produção e comercialização de seus produtos, possui rigorosos processos e controles e não compactua com práticas ilícitas. A BRF assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garante que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua".
A Central de Carnes Paranaense, dona das marcas Master Carnes, Souza Ramos e Novilho Nobre, esclareceu em nota que recebeu a visita dos policiais, mas que nenhum de seus funcionários foi detido. A empresa disse que está colaborando com as investigações, que classifica como "de suma importância para uma concorrência leal do mercado" e que está comprometida "com a verdade e com a ética".
Ministério da Agricultura
Em dois anos de investigação, detectou-se que funcionários de superintendências regionais de Paraná, Minas Gerais e Goiás recebiam propina para facilitar a produção dos alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização efetiva.
Em sua decisão, o juiz federal Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara Federal de Curitiba, diz que o envolvimento do Ministério da Agricultura é "estarrecedor". "[O ministério] foi tomado de assalto – em ambos os sentidos da palavra – por um grupo de indivíduos que traem reiteradamente a obrigação de efetivamente servir à coletividade", afirmou.
Gravações telefônicas obtidas pela Polícia Federal apontam que vários frigoríficos do país vendiam carne vencida tanto no Brasil quanto no exterior.
Partidos e políticos citados
O ministro da Justiça, Osmar Serraglio, é citado na investigação. Em conversa grampeada quando ele ainda era deputado federal, Serraglio chama o ex-superintendente regional no Paraná do Ministério da Agricultura, Daniel Gonçalves Filho, de “grande chefe”.
Segundo a PF, a investigação apontou que parte da propina recebida pelas superintendências ia para o PMDB e o PP. O PMDB informou que desconhece o teor da investigação, e o PP ainda não se manifestou.
Veja a íntegra das notas das empresas:
- JBS
Em relação a operação realizada pela Polícia Federal na manhã de hoje, a JBS esclarece que não há nenhuma medida judicial contra os seus executivos. A empresa informa ainda que sua sede não foi alvo dessa operação.
A ação deflagrada hoje em diversas empresas localizadas em várias regiões do país, ocorreu também em três unidades produtivas da Companhia, sendo duas delas no Paraná e uma em Goiás. Na unidade da Lapa (PR) houve uma medida judicial expedida contra um médico veterinário, funcionário da Companhia, cedido ao Ministério da Agricultura.
A JBS e suas subsidiárias atuam em absoluto cumprimento de todas as normas regulatórias em relação à produção e a comercialização de alimentos no país e no exterior e apoia as ações que visam punir o descumprimento de tais normas.
A JBS no Brasil e no mundo adota rigorosos padrões de qualidade, com sistemas, processos e controles que garantem a segurança alimentar e a qualidade de seus produtos. A companhia destaca ainda que possui diversas certificações emitidas por reconhecidas entidades em todo o mundo que comprovam as boas práticas adotadas na fabricação de seus produtos. 
A Companhia repudia veementemente qualquer adoção de práticas relacionadas à adulteração de produtos – seja na produção e/ou comercialização -  e se mantém à disposição das autoridades com o melhor interesse em contribuir com o esclarecimento dos fatos.
- BRF
BRF S.A. (“BRF” ou “Companhia”), nos termos da Instrução CVM n°358, de 3 de janeiro de 2002, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em relação à operação da Polícia Federal realizada na manhã desta sexta-feira, está colaborando com as autoridades para esclarecimento dos fatos. A companhia reitera que cumpre as normas e regulamentos referentes à produção e comercialização de seus produtos, possui rigorosos processos e controles e não compactua com práticas ilícitas. A BRF assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garante que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua.
- Central de Carnes Paranaense
Em atenção à imprensa e à sociedade, em virtude de notícias veiculadas nesta sexta-feira (17), a empresa Central de Carnes Paranaense Ltda., dona das marcas Master Carnes, Novilho Nobre e Souza Ramos, esclarece que recebeu a visita dos policiais federais nesta manhã, e que colaborou no que foi possível e continuará colaborando.
Nenhum de nossos diretores e/ou funcionários está detido. É importante que se desvincule a ideia de que todas as empresas investigadas pela polícia de fato adulterem e/ou burlem a lei, e sim fazem parte da investigação, pois necessitam dos serviços do MAPA, isto é, uma vez que todas as nossas empresas têm certificação do ministério, é necessário que sejamos auditados e fiscalizados pelo órgão.
Comprometidos com a verdade e a ética que sempre pautou nossa linha de procedimento, informamos que os produtos fornecidos por nossas empresas seguem a risca as exigências de qualidade. Outro ponto que fazemos questão de destacar é, que acreditamos que esta investigação é de suma importância para uma concorrência leal no mercado, onde quem ganha é o consumidor.
Tenham a certeza de que a credibilidade de nossa empresa não ficará manchada, pois a nossa filosofia de trabalho sempre foi pautada na verdade e na ética.

Fonte: G1
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Prefeitura investe R$ 500 mil em equipamento de saúde pública que nunca funcionou


Dois equipamentos considerados de grande necessidade para a saúde pública de Natal chegaram à capital potiguar desde a metade de 2016, mas nunca operaram. Desde que foram adquiridos, os ‘castramóveis’ (unidades de serviço móvel de castração de animais) ainda aguardam as providências da Prefeitura para que funcionem. Os equipamentos tiveram custo estimado de meio milhão de reais.

O projeto dos ‘Castramóveis’ foi de autoria do vereador Sandro Pimentel (PSOL), segundo quem os castramóveis foram adquiridos por R$ 494 mil. Famoso por ser ligado às causas dos direitos dos animais, o parlamentar calcula que “mais de três mil animais teriam sido castrados se esses equipamentos estivessem em funcionamento”. Agora, às vésperas da inauguração, a expectativa é pela recuperada do tempo perdido.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, as unidades estarão em funcionamento a partir de abril deste ano. Isso só foi possível, conforme a SMS, graças às parcerias da Prefeitura de Natal com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e com a Universidade Potiguar (UNP).

O vereador Sandro Pimentel confirma a versão. “A Prefeitura, que é a responsável por cuidar desses animais, nada fazia para controlar a população de animais. Buscamos então os ‘castramóveis’. Mas aí foi falado que faltavam veterinários, e a UNP se colocou à disposição para ceder seus alunos da área. Então faltava quem administrasse. Veio o setor de administração da UFRN para resolver”, relatou.

De acordo com Pimentel, também foi citada a falta de recursos financeiros. Para isso, conforme o político, ele conseguiu garantir R$ 350 mil no orçamento. A ausência de subsídios é comprovada pelo que a SMS revelou à reportagem: “não se tinha de onde tirar o dinheiro, mas Secretaria de Saúde abraçou a causa e buscou essas parcerias”.

Pimentel também explica a importância do serviço que se iniciará nos próximos dias. “Ao passo que se reduz a população de animais nas ruas também é diminuída a proliferação de doenças. Se existem muitos bichinhos, maiores os problemas. Então se impede que novos nasçam. É preciso fazer o controle populacional”, declarou.

Hospital Veterinário

Sandro Pimentel também batalha por outro projeto: a construção do Hospital Veterinário de Natal. De acordo com ele, R$ 750 mil já foram garantidos graças à sua intercessão na Câmara. O vereador reconhece que não se constrói o equipamento apenas com esse valor, mas ressalta que “dá para começar”. Porém, a Prefeitura tem outros planos.

“Não se desmerece a causa, mas com a situação financeira atual é complicado realizar. Entretanto, a UNP está construindo um hospital para trabalhar com seus alunos e aí haverá uma parceria com a Secretaria para que os animais de Natal possam ser atendidos”, anunciou a SMS.

Procurada, a UNP confirmou que trabalha na construção do hospital veterinário, mas ainda não existe data para a conclusão.

Enquanto não são construídos os hospitais (público e o da UNP), os natalenses contam com um projeto tocado com os recursos próprios de Sandro Pimentel. A Assessoria dos Direitos dos Animais do vereador realiza atendimentos veterinários e distribuição de vacinas. A população pode fazer o contato através do telefone 3302-8984.

Fonte: Portal Noar
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Temer diz que governo está aberto para negociar reforma da Previdência


O presidente Michel Temer disse hoje (17) que o governo está aberto para negociar mudanças na reforma da Previdência, em tramitação no Congresso Nacional. “Nós achamos que a proposta ideal, a necessária para colocar o país nos trilhos de uma vez, é aquela que o Executivo mandou. Se houver necessidade de conversações, nós não estamos negando qualquer espécie de conversação. O que não podemos é quebrar a espinha dorsal da Previdência”, ressaltou Temer, em palestra para executivos de cerca de 100 empresas reunidos na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.

“Haverá propostas de modificação em um ou outro ponto? É muito provável”, acrescentou o presidente. “Nós temos um deficit de R$ 149 bilhões na Previdência Social. Nós temos estados que estão quebrando por causa da Previdência”, enfatizou.

Para Temer, a oposição que vem sendo feita ao projeto não apresenta argumentos sólidos. “Eu vejo com frequência que há movimentos de protesto que são de natureza política, não movimentos de natureza técnica”, disse.

O presidente também destacou a importância da relação com o Congresso, que discute a reforma em uma comissão especial: “Se não houver interação do Executivo com o Legislativo, você não consegue governar”.

Retomada da economia

Michel Temer destacou também a retomada de empregos em fevereiro, após 22 meses de queda, lembrando dos impactos da notícia anunciada ontem para a economia brasileira. “Nós esperávamos que a retomada do emprego começasse a se processar no segundo semestre. O primeiro passo, sem dúvida nenhuma, era combater a recessão”, ressaltou.

Sobre a inflação, Temer disse que espera, ainda este ano, que o índice fique abaixo do centro da meta estabelecida pelo Banco Central. “A projeção é que ao final do ano estaremos abaixo de 4%, quando o centro da meta é 4,5%”, enfatizou. A retração da inflação já está possibilitando, de acordo com o presidente, a redução das taxas de juros. “A Selic [taxa básica de juros] vem caindo. Os juros estão começando a cair e vão cair”.

O governo se prepara agora para socorrer os estados em dificuldade. Nesse sentido, o presidente destacou mudanças na Lei de Responsabilidade Fiscal para permitir que o governo federal auxilie os governos estaduais. “Não podemos auxiliar o estado do Rio de Janeiro, com empréstimos etc, sem contrapartida, sob pena de nós, da União, vulnerarmos a lei de Responsabilidade Fiscal.”

Fonte: Agência Brasil
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Síria lança mísseis contra aviões de Israel


A Síria disse que lançou mísseis antiaéreos contra aviões militares de Israel em território controlado por Israel no início desta sexta-feira, seguindo uma série de ataques aéreos israelenses dentro da Síria – um raro intercâmbio militar entre os dois vizinhos hostis Oriente Médio.

O Exército israelense disse que seus aviões de guerra atingiram vários alvos na Síria e estavam de volta ao espaço aéreo israelense quando vários mísseis antiaéreos foram lançados da Síria contra os jatos israelenses.

O sistema aéreo de defesa de Israel interceptou um dos mísseis, segundo o Exército. Ele não disse se outros mísseis atingiram o território israelense, mas disse que a segurança dos civis israelenses e das aeronaves israelenses “não foi comprometida”.

O Exército afirmou que o incidente disparou sirenes em comunidades de assentamentos judaicos no

Vale do Jordão na Cisjordânia.

O disparo de mísseis da Síria em direção a aeronaves israelenses é extremamente raro, embora oficiais militares israelenses dissessem que houve um míssil alguns meses atrás.

Uma declaração militar síria disse que quatro aviões de guerra israelenses violaram o espaço aéreo da Síria, voando para a Síria através do território libanês e militar na Síria central.

Fonte: Estadão
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Homem é preso por degolar pai e irmão em Paris, na França


Um homem foi detido nesta sexta-feira (17) em Paris, na França, depois de supostamente ter assassinado com uma arma branca seu pai e irmão no edifício em que moram, informou a polícia.
Segundo testemunhas, o agressor teria manifestado opiniões "vinculadas ao Islã radical".
As mortes ocorreram no leste da capital francesa, perto da Place de la Nation.
A polícia mobilizou um dispositivo de segurança no bairro, localizado no distrito XI de Paris, onde a circulação foi parcialmente bloqueada.
A polícia não deu maiores detalhes sobre o crime e destacou que ainda está investigando as circunstâncias do ataque.


Polícia está investigando as circunstâncias do ataque (Foto: PATRICK KOVARIK/AFP)Polícia está investigando as circunstâncias do ataque (Foto: PATRICK KOVARIK/AFP)
Polícia está investigando as circunstâncias do ataque (Foto: PATRICK KOVARIK/AFP)

Fonte: G1
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