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RÁDIO CIDADE AO VIVO

quarta-feira, maio 24, 2017

A EDIÇÃO EXCLUSIVA DO SORTE & FÉ REALIZADO PELA RÁDIO CIDADE FM NO DOMINGO 21\05\17 TIVERAM 8 CONTEMPLADOS



Domingo 21\05\17 por volta das 16:30 (4:30)h deu – se início a edição exclusiva do SORTE & FÉ com transmissão ao vivo pela Rádio Cidade e pelo Facebook, estava programada e prevista a cadeia com as nossas parceiras Rádios Maracajá FM (Rodolfo Fernandes), Bom Lugar FM (Severiano Melo), mais diante tantas pessoas se conectando ao mesmo tempo, bugou o nosso sistema de transmissão, e até o momento dessa postagem, ainda não foi possível voltar com nossa programação normal pela APP http://radiocidadeitau.radiostream123.com/
Agradecemos a compreensão e colaboração de todos, pois jamais temos a intenção de lesar ninguém; no decorrer do nosso trabalho de longos anos é reconhecido e comprovado nosso compromisso, consideração e respeito por todos e zelar pelo o que é assegurado por lei.

Mesmo em meio aos imprevistos, fatos e ocorridos, todos os SORTEIOS DO SORTE & FÉ foram realizados com total idoneidade, veracidade e transparência aos olhos dos presentes em nosso estúdio, quanto aos que acompanhavam pela rede social.

E TIVERAM A SORTE DE GANHAR AS PREMIAÇÕES OS CONTEMPLADOS A SEGUIR:

1º-PRÊMIO: 200,00 R$ 
CARTELA Nº 000769
JOÃO VITOR ANDRADE DE OLIVEIRA
RUA: MANOEL MAIA, 68
BAIRRO DAS FLORES – ITAÚ – RN
VENDEDORA: EVÂNDIA ALVES

2º-PRÊMIO: 300,00 R$
CARTELA Nº 001058
GERLEIDE SILVA
RUA: DORALICE CAVALCANTE COSTA, 950
BAIRRO DA FELICIDADE – ITAÚ – RN
VENDEDORA: EVÂNDIA ALVES

3º-PRÊMIO: UMA POP 2017 0 KM
CARTELA Nº 000917

ADRIANA DA SILVA OLIVEIRA
RUA: VICENTE DO RÊGO, 200
CENTRO – RODOLFO FERNADES – RN
VENDEDOR: LEONEL

E AINDA OS TOK TOK DA SORTE:

1º- 100,00 R$ 
CARTELA Nº 000031
TASSIANO GRACIELHO CHAGAS DO AMARAL
RUA: ANTÔNIO AUGUSTO DONATO, 830 “A”
BAIRRO DA FELICIDADE – ITAÚ – RN
VENDEDORA: ÉGNA

2º- 100,00 R$
CARTELA Nº 000182
VICTOR CAUAN ANDRADE MARTINS
SÍTIO ALTO ALEGRE
ZONA RURAL – ITAÚ – RN
VENDEDOR: LÉO

3º- 100,00 R$
CARTELA Nº 000172
SUÉLIA MARIA RÊGO MELO
RUA: PROFESSOR JOSÉ PORTO DE QUEIRÓIZ, 15
CENTRO – ITAÚ – RN
VENDEDOR: AM RESTAURANTE

4º- 100,00 R$
CARTELA Nº 000302
UBIRACIR GOMES DA SILVA
RODOLFO FERNANDES
VENDEDORA: EVÂNDIA ALVES

5º- 100,00 R$
CARTELA Nº 000860
JOSÉ CAMILO NETO
RUA: ANTÔNIO MOISÉS DANTAS, 226
BAIRRO DA FELCIDADE – ITAÚ – RN
VENDEDORA: LELEDA




APENAS DUAS PREMIAÇÕES FORAM ENTREGUES NAS RESIDÊNCIAS DOS CONTEMPLADOS NA TARDE DE SEGUNDA – FEIRA 22\05\17, REGISTRADA EM FOTOS APENAS A CONTEMPLADA COM A POP, OS DEMAIS GANHADORES VIERAM ATÉ A RÁDIO CIDADE RECEBER SEU PRÊMIO, FACILITANDO ASSIM O NOSSO TRABALHO. (Para qualquer dúvida ou questionamentos)

Deus, o povo e todos que são de suma importância para cada realização com a Rádio Cidade FM Itauense de forma exclusiva o SORTE & FÉ!!! Venho agradecer a cada um que mais uma vez depositou a credibilidade, confiança e amizade ao nosso veículo de comunicação, assim como também todos que estiveram a nos auxiliar Letícia Yanne, Thamyres Kelly Freitas as quais quero aqui registrar pela grande ajuda, Alex Sandro, Leonardo Basílio, Evandia Alves, Pepeta Itau Martins e todos que fazem o #RESTAURANTEEESTÚDIOAMGRAVAÇÕES, #DANÚBIOPROTÉTICO pela disponibilidade, parceria e grande colaboração para o êxito desse evento, tal qual, cada pessoa de Itaú e demais cidades, todos os vendedores, que não se opuseram a formar e tornar concreto o SORTE & FÉ!!! Meu sincero agradecimento.

RENATO DESIGNER 
RESTAURANTE E ESTÚDIO AM GRAVAÇÕES - PEPETA E ANNY CLEA 
MARACAJÁ FM DE RODOLFO FERNANDES 
LOCUTOR JOSÉ HERMES BOM 
LUGAR FM DE SEVERIANO MELO 
LOCUTORA HELLEN TORRES
ITAÚNET INFORMÁTICA E BLOG CIDADENEWS ITAÚ
REDATOR E APRESENTADOR ARLINDO MAIA 
MADALENA MAIA E FAMÍLIA 
FRANSQUIM CABÔCLO 
WALLISON GÁS - ORG. JERÔNIMO BARROS
AIRANIDES BRASIL
MERCADINHO DO FRANGO E LOJA KERLÂNDIA VARIEDADES - HELDER MARTINS E SOCORRO GURGEL 
DANÚBIO PROTÉTICO
MARTELINHO DE OURO - CLÁUDIO 
ALEXPUBLICIDADES
LALÁ SOM


Fonte: Equipe Rádio Cidade
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Em Goiânia, Prefeito Ciro Bezerra visita pedreira e laranjal


A busca por novos conhecimentos não deixam de ser um aprendizado na vida de um gestor municipal, em viagem ao Estado de Goiás o Prefeito Municipal de Itaú RN, Ciro Bezerra (DEM), visitou a pedreira Izaíra em Aparecida de Goiânia, onde observou atentamente os conselhos e experiências de vida do empresário Fábio Rassi, homem que acolheu em sua empresa vários filhos de Itaú, dizendo já se sentir um filho desta terra, um verdadeiro cidadão itauense.


O prefeito convidou o empresário a conhecer a pequena, pacata e acolhedora cidade de Itaú-RN; de imediato Fábio Rassi acolheu com alegria a proposta. Em seguida Ciro, a Primeira Dama Jaíra Martins e o assessor de comunicação Arlindo Maia visitaram as repartições da empresa e acompanhou um pouco o trabalho para a produção da brita, passando por todos os processos de produção.

No dia seguinte, Ciro Bezerra e os demais que o acompanhavam visitaram a plantação de laranja do Senhor Raimundo Maia, filho itauense conhecido por Nonato, que partiu para Goiânia, em busca de uma vida melhor, hoje se destacando com um dos maiores produtores de laranja do Brasil.




Viajando mundo afora, o empresário itauense hoje realiza palestras partilhando seus conhecimentos com os empresários do ramo, transmitindo e buscando novas tecnologias de produção em busca de um produto de qualidade.

De acordo com o empresário a produção de laranja é toda feita de acordo com as normas do Ministério de Agricultura, onde já fez partes de vários cargos, inclusive representando a classe produtora a nível nacional.

Ciro ficou bastante feliz em poder conhecer os filhos itauenses que foram bem sucedidos em sua vida profissional e familiar, torcendo para que esses filhos continuem contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e do mundo.


Fonte: Assessoria de Comunicação
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Planalto diz que decreto será revogado após 'ordem' ser restabelecida no DF


A Secretaria de Comunicação Social da Presidência divulgou uma nota nesta quarta-feira (24) na qual informou que o decreto do presidente Michel Temer que autoriza a presença das Forças Armadas nas ruas do Distrito Federal será revogado após a "ordem" ser restabelecida (leia a íntegra da nota mais abaixo e assista ao anúncio do decreto no vídeo acima).
Pouco antes de a secretaria enviar a nota à imprensa, a assessoria da Presidência já havia divulgado uma mensagem de Temer aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), no qual disse que o decreto tem como "única intenção" garantir manifestações "pacíficas", não "destrutivas".
A decisão do governo foi anunciada mais cedo, nesta quarta, pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann. A presença das Forças Armadas nas ruas de Brasília atpe o próximo dia 31 foi autorizada pelo presidente após milhares de pessoas ocuparem a Esplanada dos Ministérios para pedir a saída de Temer do governo.
Durante o protesto, que começou pacífico, algumas pessoas entraram em confronto com policiais. Alguns manifestantes, mascarados, também atearam fogo em alguns locais próximos a ministérios.
"O presidente da República, após confirmada a insuficiência dos meios policiais solicitados pelo presidente da Câmara dos Deputados, decidiu empregar, com base no artigo 142 da Constituição Federal, efetivos das Forças Armadas com o objetivo de garantir a integridade física das pessoas, proporcionar evacuação segura dos prédios da esplanada e proteger o patrimônio público, tal como foi feito anteriormente em vários estados brasileiros. Restabelecendo-se a ordem, o documento será revogado", diz a nota da Secretaria de Imprensa.
Em meio ao protesto contra Temer em Brasília, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), enviou ofício ao presidente no qual pediu que a Força Nacional de Segurança, vinculada ao Minsitério da Justiça, fosse autorizada a garantir a segurança na região. Mas a decisão do governo foi autorizar a presença de 1,3 mil militares do Exército e mais 200 fuzileiros navais.

"A Presidência da República, tendo em vista as manifestações que estão ocorrendo hoje, editou o decreto que 'autoriza o emprego das forças armadas para garantia da lei e da ordem no Distrito Federal', com a única intenção de garantir uma manifestação pacífica e não destrutiva, buscando preservar a ordem pública e a segurança das pessoas", acrescenta a mensagem de Temer ao Congresso.
Dia tumultuado
Enquanto milhares de pessoas protestavam contra o governo na Esplanada dos Ministérios, deputados que fazem oposição a Temer e que o defendem trocaram empurrões no plenário e gritaram uns com os outros após uma faixa com os dizeres "#ForaTemer" ser estendida na Mesa Diretora da Câmara.
Logo após o anúncio do governo de editar o decreto sobre as Forças Armadas, houve novo confronto entre deputados da base e da oposição. Diante do tumulto, a sessão foi suspensa.
Além disso, no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e Waldemir Moka (PMDB-MS) bateram-boca em plenário após Moka defender o governo Temer e Renan acusá-lo de ser "puxa-saco".
Renan tem se tornado um dos principais críticos do governo desde o início do ano, dizendo que a gestão Temer é "errática" e parece a "seleção do Dunga", enquanto o Brasil precisa da "seleção do Tite".
Íntegra
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência:
Nota à imprensa
As manifestações ocorridas em Brasília nesta data, como largamente apresentado aos meios de comunicação, produziram atos de violência e vandalismo que, lamentavelmente, colocaram em risco a vida e a incolumidade de servidores que trabalham na Esplanada dos Ministérios nesta capital federal.
Diante de tais circunstâncias, o Presidente da República, após confirmada a insuficiência dos meios policiais solicitados pelo Presidente da Câmara dos Deputados, decidiu empregar, com base no artigo 142 da Constituição Federal, efetivos das Forças Armadas com o objetivo de garantir a integridade física das pessoas, proporcionar evacuação segura dos prédios da esplanada e proteger o patrimônio público, tal como foi feito anteriormente em vários Estados brasileiros. Restabelecendo-se a ordem, o documento será revogado.
O Presidente da República ressalta que não hesitará em exercer a autoridade que o cargo lhe confere sempre que for necessário.
Secom/PR
Leia abaixo a íntegra do comunicado do presidente Michel Temer:
A Presidência da República, tendo em vista as manifestações que estão ocorrendo hoje, editou o decreto que “autoriza o emprego das forças armadas para garantia da lei e da ordem no Distrito Federal”, com a única intenção de garantir uma manifestação pacífica e não destrutiva, buscando preservar a ordem pública e a segurança das pessoas.
Importante mencionar que a medida encontra amparo na Constituição Federal e já foi utilizada por diversas vezes, em diversos estados da federação, atendendo pleitos dos senhores governadores. Mencionem-se os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco (Recife), Amazonas (Manaus) e Rio Grande do Norte.

Fonte: G1
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Ato na Esplanada termina com 7 presos, 49 feridos e rastro de depredação

Manifestante com rosto coberto põe foto no térreo de ministério em Brasília, durante ato na Esplanada (Foto: André Borges/Estadão Conteúdo)

Manifestantes protestaram durante toda esta quarta-feira (24) na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra o governo Michel Temer e as reformas em tramitação no Congresso. O ato foi marcado pela depredação dos prédios ministeriais e de estruturas que compõem a Esplanada. Houve registro de incêndio na área interna dos ministérios da Agricultura, do Planejamento e da Cultura, mas o fogo não deixou feridos.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF, sete pessoas foram detidas durante os protestos, suspeitas de dano ao patrimônio público, desacato e porte ilegal de arma. Até as 19h30, havia registro de 49 pessoas feridas, entre manifestantes e policiais militares.
Os detidos foram encaminhados à 5ª Delegacia de Polícia (área central) e ao Departamento de Polícia Especializada. De acordo com estimativa da Central Única dos Trabalhadores (CUT), os atos reuniram 200 mil manifestantes durante todo o dia. De acordo com a Segurança Pública, 35 mil ocuparam Esplanada no auge do protesto.
Até as 19h30, o trânsito continuava bloqueado na Esplanada dos Ministérios, entre a rodoviária do Plano Piloto e a via L4 Sul. Segundo a Polícia Militar, o acesso dos veículos só será liberado quando as vias estiverem limpas.

Fogo nos ministérios
O primeiro prédio a ser atingido pelo fogo foi o do Ministério da Agricultura, por volta das 15h – as chamas foram extintas cerca de 40 minutos depois. Segundo o Corpo de Bombeiros, o tumulto dificultou o acesso dos carros para combater as chamas.
Segundo o ministério, o prédio foi evacuado e não houve registro de feridos. O fogo atingiu o auditório no andar térreo, e fotos de ex-ministros foram quebradas. A Tropa de Choque entrou no prédio para evitar o avanço da depredação.
O ministro Blairo Maggi chegou a Brasília nesta terça (23) e estava no interior do prédio no momento do incêndio. Em nota, ele diz que fazia uma reunião com secretários e equipe para avaliar a viagem recente ao Oriente Médio, "quando vândalos invadiram o prédio".
"Eles colocaram fogo na recepção, danificando as instalações. Ainda não sabemos a soma dos prejuízos, mas é lamentável que as manifestações acabem em vandalismo. Isso é péssimo para a democracia brasileira", diz o texto de Maggi.

Manifestantes que protestam nesta quarta-feira contra as reformas e pela renúncia do presidente Michel Temer colocaram fogo no prédio do Ministério da Agricultura, em Brasília. Carros do Corpo de Bombeiros, Samu e caminhão pipa já estão no local para controlar a situação. Enquanto bombeiros se aproximam, manifestantes jogam pedaços de pau e uma pessoa se feriu no rosto (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)
Manifestantes que protestam nesta quarta-feira contra as reformas e pela renúncia do presidente Michel Temer colocaram fogo no prédio do Ministério da Agricultura, em Brasília. Carros do Corpo de Bombeiros, Samu e caminhão pipa já estão no local para controlar a situação. Enquanto bombeiros se aproximam, manifestantes jogam pedaços de pau e uma pessoa se feriu no rosto (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)

O térreo do Ministério do Planejamento também foi atingido pelas chamas. Imagens feitas pelo G1 mostram que uma sala da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), que fica no edifício, também foi destruída. Segundo os bombeiros que atuaram no local, havia risco de desabamento do forro do teto.
No Ministério da Cultura, manifestantes também atearam fogo em estruturas da área interna. O prédio também é sede do Ministério do Meio Ambiente. As chamas foram contidas por brigadistas e, até as 17h, não havia informações sobre a extensão do dano.

Térreo do Ministério do Planejamento, em Brasília, após vandalismo em protesto (Foto: Marília Marques/G1)
Térreo do Ministério do Planejamento, em Brasília, após vandalismo em protesto (Foto: Marília Marques/G1)

Inteiror do Ministério da Cultura após depredação (Foto: Yasmin Perna/G1)
Inteiror do Ministério da Cultura após depredação (Foto: Yasmin Perna/G1)

Atos de vandalismo foram registrados em outros pontos da Esplanada, durante a tarde. No prédio dos ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, documentos e computadores foram depredados. Vidros da fachada e das portas de acesso foram quebrados, mas também não havia registro de feridos no local até as 16h15.

Ministério de Minas e Energia tem fachada pichada com frase 'Diretas, Já' (Foto: Letícia Carvalho/G1)
Ministério de Minas e Energia tem fachada pichada com frase 'Diretas, Já' (Foto: Letícia Carvalho/G1)

Na área externa dos prédios, lixeiras, orelhões e banheiros químicos foram incendiados e usados pelos manifestantes para montar barricadas improvisadas. Segundo a Polícia Militar, grupos levavam estilingues para atirar pedras contra policiais.
Até as 16h30, também havia registro de danos aos ministérios do Turismo, da Fazenda, do Planejamento e de Minas e Energia. Monumentos como a Catedral Metropolitana e o Museu da República, que também ficam na Esplanada, foram alvos de pichações.

Ministério da Agricultura foi alvo de depredação (Foto: Letícia Carvalho/G1)
Ministério da Agricultura foi alvo de depredação (Foto: Letícia Carvalho/G1)

Paradas de ônibus pichadas. (Foto: Letícia Carvalho/G1)
Paradas de ônibus pichadas. (Foto: Letícia Carvalho/G1)

Fonte: G1
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Rodrigo Maia diz que pediu a Temer apoio da Força Nacional e não do Exército

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante entrevista coletiva nesta quarta (24) (Foto: Bernardo Caram/G1)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (24) que pediu ao presidente Michel Temer o emprego da Força Nacional – e não das Forças Armadas – para garantir a segurança em razão dos episódios de violência e depredação durante manifestação de protesto contra o governo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Ao anunciar a assinatura de um decreto por Temer que autoriza o uso das Forças Armadas, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a decisão era motivada por pedido do presidente da Câmara.
Maia também afirmou que a decisão do Temer de autorizar a presença das Forças Armadas nas ruas do Distrito Federal até o próximo dia 31 de maio "é um excesso".
O uso das Forças Armadas para a chamada garantia da lei e da ordem (GLO) foi autorizado por Temer após milhares de manifestantes ocuparem a Esplanada dos Ministérios para pedir a saída dele do governo.
Em meio ao protesto, que começou pacífico, houve tumulto e alguns manifestantes entraram em confronto com policiais. Mascaradas, algumas pessoas atearam fogo nas imediações de alguns ministérios.
"O que tiver base legal, o presidente pode tomar decisão com base em sua equipe de segurança", disse Rodrigo Maia nesta quarta, acrescentando:
"O decreto, com validade até o dia 31, é um excesso, sem dúvida nenhuma."
Rodrigo Maia, após o pronunciamento de Jungmann, disse ter ligado para o presidente Michel Temer para pedir que a Força Nacional apoiasse a Polícia Militar do Distrito Federal nos trabalhos relacionados à manifestação na Esplanada contra Temer, não as Forças Armadas.
No fim da tarde, o presidente Michel Temer decretou "ação de garantia da lei e da ordem" e, com isso, tropas federais das Forças Armadas passarão a reforçar a segurança na região da Esplanada dos Ministérios por uma semana.
"O ministro da Defesa veio a público dizendo que o decreto tinha sido um pedido meu. Não é verdade (...) Espero que o ministro da Defesa possa repor a verdade", disse o presidente da Câmara.
"Se a decisão do governo foi além da Força Nacional, essa é uma decisão do governo."

Ofício
Veja abaixo uma reprodução do ofício enviado por Maia a Temer:

Ofício enviado por Maia ao presidente Michel Temer (Foto: Reprodução)

Fonte: G1
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Governo utilizará 1,5 mil militares para cumprir decreto de Temer, informa Defesa

Militares do Exército monitoram via na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Yasmim Perna/G1)

O Ministério da Defesa informou nesta quarta-feira (24) que serão empregados 1,5 mil militares para cumprimento do decreto de garantia da lei e da ordem no Distrito Federal – 1,3 mil do Exército e 200 fuzileiros navais.
Todos os homens são de unidades militares de Brasília, informou a assessoria do ministério.
De acordo com o governo, o decreto será revogado quando se considerar que a ordem estiver restabelecida.
O uso das Forças Armadas para a chamada garantia da lei e da ordem (GLO) foi autorizado por Temer após milhares de manifestantes ocuparem a Esplanada dos Ministérios para pedir a saída dele do governo. O protesto terminou com 7 presos, 49 feridos e prédios públicos queimados e depredados.
Ao anunciar a assinatura do decreto por Temer que autoriza o uso das Forças Armadas, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a decisão era motivada por pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Nesta quarta, Maia disse que pediu ao presidente Michel Temer o emprego da Força Nacional – e não das Forças Armadas.
De acordo com a assessoria do Ministério da Defesa, não há efetivo suficiente de agentes da Força Nacional que pudesse ajudar a controlar a manifestação em Brasília.
Por isso, segundo o ministério, a solicitação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não pode ser atendida. A solução, diante da falta de condições da PM do Distrito Federal para manter o controle da situação, foi convocar os militares.

Fonte: G1
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Temer aciona tropas federais para proteger Planalto e ministérios após vandalismo, anuncia Jungmann


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou nesta quarta-feira (24) que o presidente Michel Temer decretou a "ação de garantia da lei e da ordem" e, com isso, tropas federais passarão a reforçar a segurança na região da Esplanada dos Ministérios (assista à íntegra do pronunciamento no vídeo acima).
A determinação, publicada em uma edição extra do "Diário Oficial da União", prevê o uso das Forças Armadas e, segundo Jungmann, veio depois de um pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. O notícia sobre a autorização para atuação do Exército causou discussões e tumulto durante sessão da Câmara. Maia, porém, disse que havia pedido a Temer o emprego da Força Nacional, não das Forças Armadas.
FOTOS: Manifestação em Brasília contra governo Temer
O decreto prevê a atuação das tropas entre 24 e 31 de maio. A ordem é assinada pelo presidente, por Jungmann e pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen.
Enquanto Jungmann fazia o anúncio, manifestantes ocupavam a Esplanada dos Ministérios para pedir a saída do presidente Michel Temer do governo.
"O senhor presidente [Michel Temer] decretou, por solicitação do senhor presidente da Câmara [Rodrigo Maia], a ação de garantia da lei e da ordem", disse Jungmann.
"Nesse instante, tropas federais se encontram neste palácio [do Planalto], no Palácio do Itamaraty e logo mais estarão chegando tropas para assegurar que os prédios dos ministérios sejam mantidos incólumes", completou o ministro da Defesa.
Raul Jungmann não respondeu a perguntas de jornalistas, mas acrescentou que a manifestação na Esplanada dos Ministérios estava prevista como pacífica, mas "degringolou na violência, no vandalismo, no desrespeito, na agressão ao patrimônio público e na ameaça às pessoas".
Tumulto na Câmara e reação de Maia
Logo após o pronunciamento de Jungmann, deputados da oposição começaram a criticar no plenário da Câmara a convocação das Forças Armadas. Houve confusão e um empurra-empurra generalizado. A sessão chegou a ser suspensa.
Então, o presidente da Câmara decidiu falar sobre o assunto no plenário e chamar líderes ao seu gabinete para explicar o que ocorreu.
"Eu pedi o apoio das Forças Nacionais, sim. Agora, qual foi o instrumento que ele [Raul Jungmann] usou foi uma decisão do governo", disse Maia.
Ele também justificou o seu pedido. "Agora, de fato, o ambiente na Esplanada era grave e, para garantir a segurança tanto dos manifestantes quanto daqueles que trabalham na Esplanada e no Congresso, eu fui ao presidente que a Força Nacional pudesse colaborar neste momento junto com a Polícia do Distrito Federal."
Mais cedo, durante a sessão da Câmara, já havia ocorrido outro episódio com muita gritaria, troca de empurrões e acusações entre parlamentares contra e a favor do governo Temer
Repercussão
A decisão de Temer foi criticada por deputados e senadores de oposição e até mesmo da base aliada do presidente. O decreto também repercutiu no Supremo Tribunal Federal.
"Voto um pouco preocupado com o contexto, e espero que a notícia não seja verdadeira. O chefe do Poder Executivo teria editado decreto autorizando uso das Forças Armadas no Distrito Federal no período de 24 a 31 de maio", disse o ministro do STF Marco Aurélio Mello.
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) pediu uma reunião conjunta do Congresso para que os parlamentares discutissem e sustassem o decreto de Temer. Mas a convocação foi rejeitada por Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado.
“Manifestação, repressão, black blocks é polícia que resolve. Chamar as Forças Armadas num momento grave da vida nacional. Isso é um crime de lesa-pátria, isso sim é que é contra a Constituição”, afirmou o senador Randolfe Rodrigues.
Entenda a GLO
Realizadas exclusivamente por ordem expressa da Presidência da República, as missões da garantia de lei e ordem (GLO) ocorrem nos casos em que há, segundo o Ministério da Defesa, "o esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem".
Ainda de acordo com o ministério, nessas ações, as Forças Armadas "agem de forma episódica, em área restrita e por tempo limitado, com o objetivo de preservar a ordem pública, a integridade da população e garantir o funcionamento regular das instituições".
De acordo com o manual de aplicação da GLO publicado pelo governo em 2014, para a Copa do Mundo, o foco de atuação é contra os chamados Agentes de Perturbação da Ordem Pública (APOP), e "ameaças".
Ainda segundo este manual, APOP "são pessoas ou grupos de pessoas cuja atuação momentaneamente comprometa a preservação da ordem pública ou ameace a incolumidade das pessoas e do patrimônio".
Por "ameaças", acrescenta, entende-se "atos ou tentativas potencialmente capazes de comprometer a preservação da ordem pública ou ameaçar a incolumidade das pessoas e do patrimônio".
Íntegra
Leia abaixo a íntegra do pronunciamento do ministro Raul Jungmann:
Boa tarde a todos e a todas,
Incubiu-me o senhor presidente da República, em companhia do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, comunicar aos senhores o seguinte:
Atendendo à silicitação do senhor presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mas também levando em conta, fundamentalmente, que uma manifestação que estava prevista como pacífica, ela degringolou na violência, no vandalismo, no desrespeito, na agressão ao patrimônio público, na ameaça às pessoas, muitas delas servidores que se encontram aterrorizados e que estamos garantindo neste momento a sua evacuação, o senhor presidente da República decretou, por solicitação do senhor presidente da Câmara, uma ação de garantia da lei e da ordem.
Neste instante, tropas federais já se encotnram aqui neste palácio, no Palácio do Itamaraty e, logo mais, estão chegando tropas para assegurar que os prédios dos ministérios sejam mantidos incólumes.
O senhor presidente da República faz questão de ressaltar que é inaceitável a baderna, que é inaceitável o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar o processo que se desenvolve de forma democrática e com respeito às instituições.
Era isso que tínhamos de dizer aos senhores e às senhoras, muito obrigado pela atenção.

Fonte: G1
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Polícia prende idoso de 71 anos por suspeita de abuso sexual no RN


Uma investigação da Delegacia Especializada no Atendimento de Defesa da Criança e do Adolescente (DCA) resultou na prisão de Antonio Guedes da Silva, 71 anos de idade, morador do bairro de Felipe Camarão, nesta terça-feira 23.

Ele é investigado em inquéritos policiais por ter cometido os abusos sexuais em quatro vítimas e existem mais de 20 denúncias relatando outros abusos com vítimas do sexo feminino com idades entre 12 e 16 anos.

De acordo com a investigação, ele oferecia dinheiro, presentes e alimentação para as vítimas e para as mães delas em troca das relações sexuais. Antonio Guedes já foi condenado pela Justiça a uma pena de seis anos de reclusão.

Fonte: Agora RN
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Diretora de escola municipal é agredida com faca por aluno


A diretora de uma escola municipal de Pouso Alegre (MG) foi agredida com uma faca por um aluno de 16 anos na manhã desta quarta-feira (24) no Bairro São Cristóvão (MG). Segundo a Polícia Militar, a vítima, de 54 anos, foi tentar separar a briga do adolescente com um professor e segurou a faca com as mãos, na Escola Municipal Clarice Toledo. Ela sofreu um corte na mão.

Ainda de acordo com a PM, o suspeito afirmou que queria matar a diretora e o professor, porque eles queriam prejudicá-lo. O adolescente contou que é usuário de drogas e que a agressão aconteceu porque um professor recolheu o celular que ele estava usando durante a aula e entregou para a vítima.

Segundo a Superintendente de Educação da cidade, a diretora está bem e as providências já foram tomadas. O conselho tutelar e os pais do aluno foram acionados. O adolescente foi encaminhado para a delegacia.

Fonte: G1
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IBGE prorroga inscrições para concurso do Censo Agropecuário com 364 vagas no RN

Cerca de 83 mil estabelecimentos agropecuários serão visitados no RN (Foto: Reprodução/FAEPE)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prorrogou o período de inscrição para o concurso que vai selecionar trabalhadores temporários, de nível fundamental e médio, para atuar no Censo Agropecuário 2017. As inscrições, que seriam encerradas nesta terça-feira (23), foram prorrogadas até as 12h da sexta-feira (26).
De 24.984 vagas abertas em todo o país, 364 são para o Rio Grande do Norte — 19 para agente censitário municipal, 70 para agente censitário supervisor e 275 para recenseador. Os salários variam de R$ 1,6 mil a R$ 1,9 mil, exceto para o cargo de recenseador, de nível fundamental, cuja remuneração será calculada com base na quantidade de locais visitados.
Inscrições
As inscrições podem ser feitas no site da Fundação Getúlio Vargas, mediante pagamento de taxa de R$ 39,50 para os candidatos de nível médio e R$ 22 para os nível fundamental. No ato da inscrição, o candidato deverá escolher a função e o local de trabalho aos quais deseja concorrer, além do local onde prefere fazer a prova, que será aplicada em 16 de julho.
A previsão de duração do contrato é de até 7 meses para agente censitário municipal e agente censitário supervisor e de até 5 meses para a função de recenseador. Segundo o IBGE, cerca de 83 mil estabelecimentos serão visitados pelos agentes do censo no Rio Grande do Norte.

Fonte: G1
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Ato contra Temer em Brasília tem confronto; prédios da Esplanada são evacuados

Manifestantes que protestam nesta quarta-feira contra as reformas e pela renúncia do presidente Michel Temer colocaram fogo no prédio do Ministério da Agricultura, em Brasília. Carros do Corpo de Bombeiros, Samu e caminhão pipa já estão no local para controlar a situação. Enquanto bombeiros se aproximam, manifestantes jogam pedaços de pau e uma pessoa se feriu no rosto (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)

Houve vandalismo e confronto entre a polícia e manifestantes em um protesto em Brasília nesta quarta-feira (24). A PM atirou balas de borracha e gás lacrimogênio, enquanto manifestantes atiravam pedras e tentavam avançar em direção ao Congresso. Quatro foram detidos e uma pessoa ficou ferida por arma de fogo, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.
Os manifestantes pedem a renúncia do presidente Michel Temer e criticam as reformas trabalhista e da Previdência. Às 15h50, havia cerca de 35 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, segundo a PM. A organização do protesto não informou o número.
Um dos detidos é um professor do Espírito Santo que estava acompanhado da filha, menor de idade. Três dos presos portavam entorpecentes e arma branca, segundo a Polícia Militar.
Danos a ministérios
Nesta tarde, vários atos de vandalismo foram registrados ao longo da Esplanada dos Ministérios. Houve incêndio no Ministério da Agricultura. Equipes do Corpo de Bombeiros foram ao local e informaram que o fogo foi extinto por volta das 16h15.
Também foram danificados os prédios da Fazenda, Minas e Energia, Planejamento e Turismo, além do Museu da República e Catedral Metropolitana. Fachadas foram pichadas com palavras de ordem como "fora, Temer" e "diretas já". Grupos também quebraram vidraças e refletores. Pastas e documentos foram retirados dos ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, que dividem o mesmo prédio.
Servidores dos ministérios receberam ordens de evacuar os prédios por volta das 15h30.

Incêndio na área interna do Ministério da Agricultura, em Brasília (Foto: Reprodução/GloboNews)
Incêndio na área interna do Ministério da Agricultura, em Brasília (Foto: Reprodução/GloboNews)

Ministério da Agricultura foi alvo de depredação (Foto: Letícia Carvalho/G1)
Ministério da Agricultura foi alvo de depredação (Foto: Letícia Carvalho/G1)

Inteiror do Ministério da Cultura após depredação (Foto: Yasmin Perna/G1)
Inteiror do Ministério da Cultura após depredação (Foto: Yasmin Perna/G1)

A confusão começou por volta das 14h, quando ativistas de rostos cobertos tentaram furar o cordão de revista policial, montado pela PM entre a rodoviária do Plano Piloto e a Esplanada dos Ministérios. Houve corre-corre, e os manifestantes conseguiram furar o bloqueio, entrando na área da manifestação com hastes de bandeiras, materiais explosivos e perfurantes. Segundo Polícia Militar, grupos levavam estilingues para atirar pedras contra policiais.
Imagens feitas no local mostram uma série de pessoas sendo imobilizadas e carregadas pelos policiais.

Vidro quebrado no Ministério da Fazenda, em Brasília, durante ato contra Michel Temer (Foto: Alexandro Martello/G1)
Vidro quebrado no Ministério da Fazenda, em Brasília, durante ato contra Michel Temer (Foto: Alexandro Martello/G1)

Manifestantes soltam bomba de fumaça na N1, no Eixo Monumental, durante ato contra governo Temer (Foto: Letícia Carvalho/G1)
Manifestantes soltam bomba de fumaça na N1, no Eixo Monumental, durante ato contra governo Temer (Foto: Letícia Carvalho/G1)

O início do ato
O protesto foi convocado por centrais sindicais e ativistas políticos e divulgado em redes sociais. Até o meio-dia, os organizadores não informavam estimativa de público. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF, o ato reunia 25 mil pessoas no entorno do estádio Mané Garrincha até as 11h30.

Nova Central Sindical dos Trabalhadores se reúne no estacionamento do estádio Mané Garrincha em ato contra o governo de Michel Temer  (Foto: Beatriz Pataro/G1)
Nova Central Sindical dos Trabalhadores se reúne no estacionamento do estádio Mané Garrincha em ato contra o governo de Michel Temer (Foto: Beatriz Pataro/G1)

Ônibus chegaram ao estacionamento do estádio Mané Garrincha na noite de terça-feira (23) e manifestantes reunidos pela Força Sindical montaram acampamento próximo a Funarte e a Torre de TV. O presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, Paulo Cayres, disse que a reunião de manifestantes em Brasília tem um forte peso.
"Estamos vindo mostrar que não concordamos com o que está sendo feito pelo governo. Não concordamos com as reformas, queremos eleições diretas e poder discutir sendo também sujeito do processo."

Integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em ato contra Michel Temer no estacionamento do Mané Garrincha (Foto: Beatriz Pataro/G1)
Integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em ato contra Michel Temer no estacionamento do Mané Garrincha (Foto: Beatriz Pataro/G1)

De acordo a Força Sindical, vieram 41 ônibus de Santa Catarina, 51 de Goiás, 40 do Mato Grosso do Sul e 160 de Minas Gerais. Na Torre de TV e próximo a Funarte, a Polícia Militar estima 300 ônibus de várias localidades. A organização afirmou que as viagens estão sendo custeadas pelas centrais sindicais de cada estado.
Há manifestantes de diversas cidades de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. A liderança da Força Sindical informou que há cerca de 1,8 mil sindicatos representados. O Diretor Nacional de Educação Sindical Nova Central, disse que até às 10h, 6 mil pessoas estavam em Brasília representando a entidade.
“A intenção é demarcar contrariedade, rejeição à medida que tira direito dos trabalhadores.”
Alguns manifestantes carregam caixões para representar a morte dos direitos. Participantes da Força Sindical colocam faixas de “Fora Temer” e “Nenhum direito a menos” sob os caixões. O diretor financeiro do Sindicato dos Mototáxis de Brasília, Rubens de Almeida, informou que 120 motociclistas participam do ato.

Manifestantes carregam caixão pela Esplanada dos Ministérios, onde fazem concentração para ato contra reformas do governo Temer (Foto: Beatriz Pataro/G1)
Manifestantes carregam caixão pela Esplanada dos Ministérios, onde fazem concentração para ato contra reformas do governo Temer (Foto: Beatriz Pataro/G1)

Agentes penitenciários também carregam faixas contra a reforma da Previdência. Para o servidor Jairo César Rodrigues, o governo conseguiu unir as centrais sindicais. “Esse governo conseguiu unir as centrais em um só objetivo o que não aconteceria há muitos anos.”
Na manhã desta quarta, a Polícia Militar fiscalizou 53 ônibus ligados à Central Única dos Trabalhadores, vindos de Goiânia e do Pará. Segundo os policiais, foram recolhidas pedras, canos de PVC, hastes de madeira e um facão.

Manifestante que veio do Paraná e pede eleições diretas (Foto: Beatriz Pataro)
Manifestante que veio do Paraná e pede eleições diretas (Foto: Beatriz Pataro)

Bernardo Piloto veio de Curitiba com a Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federais do Paraná para lutar contra um governo que ele diz considerar ilegítimo. " Queremos eleições diretas e não, de novo, um governo não eleito pelo povo."
*Participaram da cobertura os repórteres Graziele Frederico, Letícia Carvalho, Luiza Garonce, Mateus Rodrigues, Marília Marques, Beatriz Pataro, Elielton Lopes, Marina Oliveira e Yasmim Perna

Fonte: G1
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Temer diz a senadores que fica na Presidência até o fim do mandato


O presidente Michel Temer repetiu a senadores do PMDB, durante reunião nesta quarta-feira (24), que só deixará a Presidência quando seu mandato terminar. Ele disse aos senadores que vai ficar até dia 31 de dezembro de 2018.

Em pronunciamento e entrevistas, Temer já havia afirmado que não cogita renunciar.

Na reunião, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), aproveitou para criticar o senador Renan Calheiros, que é líder do PMDB no Senado. 

Jucá disse que Renan não o representa nem representa a maioria da bancada. E pediu uma nova reunião para discutir a situação da bancada. 

O senador Jader Barbalho (PMDB-PA), por sua vez, fez críticas ao Ministério Público e à delação da JBS, defendendo a criação de uma CPI.

Fonte: G1
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Acordo adia discussão de PEC das eleições diretas na CCJ do Senado


Um acordo entre senadores adiou nesta quarta-feira (24) a análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece eleições diretas se a Presidência da República ficar vaga nos três primeiros anos do mandato.
Com o acordo, foi feito um pedido de vista coletivo (mais tempo para os membros da comissão avaliarem a proposta). A previsão agora é que o texto – de autoria do senador Reguffe (sem partido-DF) – volte a ser discutido na comissão na próxima semana.
No momento do pedido de vista na CCJ do Senado, o relator do texto, senador Lindbergh Farias (PT-RJ), tinha começado a ler seu parecer final. O adiamento havia sido negociado antes mesmo de o relator começar a leitura.
A PEC de Reguffe altera o parágrafo 1º do artigo 81 da Constituição, que trata da vacância da Presidência. Atualmente, a legislação prevê que, na hipótese de presidente e vice deixarem o comando do país nos últimos dois anos do mandato, deve ser realizada eleição indireta, em até 30 dias, pelo Congresso Nacional.
"§ 1º Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei", diz a Constituição.
A proposta de alteração constitucional apresentada por Reguffe prevê que, na ausência definitiva do presidente e do vice, o Congresso elege indiretamente o chefe do Executivo federal se a vacância ocorrer no último dos quatro anos de mandato. Na hipótese de o presidente Michel Temer deixar a Presidência neste ano, a eleição seria direta.
Ao justificar a proposta, o senador defendeu que a PEC “tem por objetivo devolver à população brasileira o direito de escolher o presidente da República, por meio de eleições diretas, em caso de vacância da Presidência nos três primeiros anos do mandato presidencial”.
Relator da proposta na CCJ do Senado, Lindbergh Farias apresentou um texto substitutivo à proposta original de Reguffe. Ele propõe que o texto determine a realização de eleições diretas para a Presidência, fora do calendário eleitoral, nas hipóteses de renúncia, morte, impedimento, decisão judicial ou por qualquer outra circunstância.
“Essa redação é suficiente, a nosso ver, para eliminar divergências hermenêuticas sobre o real alcance da norma”, justificou.
A segunda mudança recomendada por Lindbergh foi acrescentar um dispositivo para determinar que a posse do presidente e vice-presidente eleitos diretamente ocorra até dez dias após a proclamação do resultado das eleições.
“Assim, no caso de eleição direta, a Justiça Eleitoral poderá agilizar os procedimentos para que a posse se o mais rapidamente possível. No caso de eleição indireta, a posse pode ocorrer imediatamente após a proclamação dos resultados, ou seja, no mesmo dia ou no dia seguinte”, defendeu Lindbergh.
Por fim, o senador do PT quer incluir a cláusula que trata da vigência da PEC. Lindbergh quer que o texto afirme que as novas regras "se aplicam às hipóteses de vacância que estejam em curso na data de sua publicação”.
“Essa regra de transição é necessária para fazer frente à grave situação político-institucional pela qual passa o país neste momento histórico. O presidente atual, não possui legitimidade para governar. Sua saída representa um imperativo democrático fundamental para a estabilidade do Brasil", escreveu Lindbergh Farias no relatório substitutivo.
Câmara
Simultaneamente à discussão da PEC das Eleições Diretas no Senado, era travada uma disputa entre governistas e oposicionistas na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
Integrantes da base de apoio de Temer tentaram conter as pressões da oposição para que o colegiado começasse a discutir nesta quarta-feira outra PEC que trata da realização de eleições diretas nos casos de vacância dos cargos de presidente e vice-presidente da República.
A proposta em tramitação na Câmara, de autoria do deputado Miro Teixeira (Rede-RJ), estabelece eleições diretas na hipótese de a Presidência ficar vaga até seis meses antes do fim do mandato presidencial.
Nesta terça-feira (23), a matéria estava na pauta da CCJ, mas foi retirada da fila porque a sessão foi encerrada por conta do início da fase de votações no plenário principal da Câmara. Apesar das pressões dos oposicionistas, a PEC não entrou na pauta da comissão nesta quarta.
A oposição apresentou na manhã desta quarta-feira um requerimento com assinatura de um terço dos membros da CCJ, o que permitiria convocar uma reunião extraordinária com pauta única para votar a PEC. No entanto, seguindo a orientação do Palácio do Planalto, deputados da base de Temer não aceitaram a convocação.
A reunião desta quarta foi iniciada com diversos apelos de deputados da oposição para que o presidente da comissão, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), convocasse a reunião extraordinária para tratar da PEC batizada de 'Diretas Já', em referência ao movimento político que, na reta final da ditadura militar, tentou garantir que o presidente da República fosse escolhido diretamente pelos eleitores, e não pelo Congresso Nacional.
“Ontem [terça], identificou-se uma impossibilidade muito grande de se votar isso [PEC das 'Diretas Já']. Não vou travar a CCJ por causa de um item”, afirmou na manhã desta quarta o presidente da CCJ.
“É puramente palanque político para potencializar ou amenizar crise. Não vamos usar a CCJ para isso”, acrescentou Rodrigo Pacheco.
O líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE), defendeu, em meio à sessão, que a Constituição não seja alterada no trecho que trata da vacância da Presidência.
Diante da pressão dos oposicionistas, o parlamentar do PSC afirmou que a decisão de pautar a matéria é do presidente da comissão.
A líder do PC do B na Câmara, Alice Portugal (BA), acusou o Planalto de tentar obstruir a análise do tema por medo de perder.
“Estão com medo de pautar as diretas. Se pautarem, estão com medo de perder. Eles não têm coragem de colocar o dedo no painel contra essa matéria”, enfatizou.
Mais tarde, o presidente da CCJ afirmou que não houve obstrução ou impedimento para a proposta fosse apreciada. Ele disse que vai aguardar conversas do governo para depois definir uma possível data para pautar a PEC.
“Eu já demonstrei que eu pauto e pautarei se não houver acordo, no momento que eu achar conveniente. O que eu quero é construir um entendimento dos partidos para que possamos fazer um consenso na inclusão dessa pauta”, disse Pacheco.
A oposição advertiu nesta quarta que vai obstruir os trabalhos da comissão até que a PEC das Diretas seja pautada.

Fonte: G1
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Decisão sobre pedidos de impeachment não se toma 'da noite para o dia', diz Maia

Rodrigo Maia em sessão na Câmara sobre socorro aos estados (Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (24) que a decisão sobre os pedidos de impeachment do presidente Michel Temer "não se toma da noite para o dia" e que não vai analisá-los no “drive-thru” – numa referência ao sistema de venda rápida de fast food. Segundo ele, é preciso ter paciência.
Até o momento, 16 pedidos para afastar Temer estão protocolados na Câmara. Desses, 12 foram apresentados desde a semana passada, após a divulgação de informações de delação premiada dos donos da JBS, Wesley e Joesley Batista, que envolvem o presidente. Veja ponto a ponto o que foi dito sobre Temer na delação.
“Eu não posso avaliar uma questão tão grave como essa num drive-thru, não é assim”, disse Maia. “Temos que ter paciência, estão dizendo que engavetei, eu não tomei decisão. E não é uma decisão que se toma da noite para o dia”, afirmou.
Maia ressaltou que o presidente da Câmara não será “instrumento para a desestabilização do Brasil”.
Nesta quinta (25), mais um pedido de impeachment deve ser protocolado na Câmara contra Temer. Dessa vez, pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Segundo a assessoria da OAB, o pedido vai ser protocolado no Legislativo pelo presidente da OAB, Claudio Lamachia, por conselheiros federais e presidentes das seccionais da entidade dos advogados.

Fonte: G1
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Câmara decide manter salário de R$ 33,7 mil para Rocha Loures

Deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) desembarca em São Paulo acompanhado de seu advogado na semana passada. (Foto: Reprodução/GloboNews)

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu nesta quarta-feira (24) que irá manter o salário de R$ 33,7 mil e o plano de saúde do deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que foi afastado do cargo após ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).
Investigado na Operação Lava Jato, Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil em um restaurante nos Jardins, na capital paulista.
O deputado afastado aparece na delação premiada dos donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, como intermediário do presidente Michel Temer para assuntos da empresa com o governo. Ele atuou para resolver uma disputa relativa ao preço do gás fornecido pela Petrobras à termelétrica do grupo JBS.
Segundo o primeiro-vice-presidente da Câmara, Fábio Ramalho (PMDB-MG), a decisão foi tomada porque Loures continua sendo deputado, embora esteja suspenso do exercício das funções parlamentares. O pagamento do salário continuará sendo feito até quando ele detiver mandato.
Verbas retiradas
No entanto, a Mesa Diretora, que é composta pela cúpula da Câmara e resolve sobre questões administrativas, suspendeu o pagamento da verba de gabinete, que é de R$ 97.116,13 mensais.
Essa verba é usada para o pagamento de salários dos secretários parlamentares, funcionários que não precisam ser servidores públicos e são escolhidos diretamente pelo deputado.
Loures também deixará de receber, no período em que estiver afastado, a Cota Parlamentar, que é um valor destinado para a compra de passagens aéreas, despesas com telefone e correio.
O montante varia conforme o estado da Federação, porque leva em consideração o preço das passagens aéreas de Brasília até a capital do estado pelo qual o deputado foi eleito. No caso de Loures, que é do Paraná, o valor é de R$ 38.871,86 por mês.
Loures também ficará sem o auxílio-moradia, que é R$ 4.253,00 mensais.
Caso Cunha
Ao ser afastado do mandato parlamentar, em 5 de maio do ano passado, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) também continuou recebendo o salário de deputado por quatro meses até ser cassado pelo plenário da Câmara em 12 de setembro.
Como na época do afastamento ele ainda presidia a Câmara, continuou com avião, carro, segurança, equipe do gabinete pessoal e residência oficial à disposição até julho, quando renunciou à Presidência.

Fonte: G1
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