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terça-feira, junho 13, 2017

Procuradores processam Trump por receber dinheiro de governos estrangeiros

 Karl Racine (esquerda) e Brian Frosh em entrevista coletiva após o anúncio da ação contra Trump (Foto: Jonathan Ernst/Reuters)

Os procuradores-gerais de Maryland, Brian Frosh, e do Distrito de Colúmbia, Karl Racine, apresentaram nesta segunda-feira (12) uma denúncia contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por supostamente violar as cláusulas anticorrupção da Constituição americana ao aceitar milhões de dólares de governos estrangeiros em pagamentos para suas empresas.
Em coletiva de imprensa em Washington, Racine disse que o processo foi aberto esta manhã em um tribunal federal por "flagrante violação" de Trump das provisões constitucionais contra a influência do dinheiro de interesses estrangeiros ou nacionais.
Eles consideram que "nunca antes" um presidente tinha tido uma conjunção tão grande de interesses econômicos dos quais não se desvinculou, o que põe "a democracia em risco".
Frosh, por sua vez, afirmou que esperam que eventualmente os tribunais ou o Tribunal Supremo criem precedente e determinem por lei que Trump deve fazer mais para se desligar dos seus negócios, o que já fez renunciando de todas as responsabilidades na Trump Organization.
Trump transferiu o controle de seu conglomerado empresarial aos seus dois filhos, Donald Jr. e Eric, para evitar possíveis conflitos de interesses durante o tempo em que ocupar a presidência.
No entanto, Racine e Frosh consideram que Trump "quebrou muitas promessas de manter em separado o seu dever público dos seus interesses dos negócios privados, incluindo receber atualizações regulares sobre a saúde financeira da empresa".
Se um juiz federal permitir que o caso proceda, um dos primeiros passos será pedir cópias das declarações fiscais de Trump -- que ele se negou tornar públicas até agora -- para conhecer até onde vão seus negócios no exterior.
Os dois procuradoress-gerais consideram que Trump está violando as cláusulas da Constituição, já que alguns governos, como o saudita, estão "adoçando" as relações com a Casa Branca mediante a despesa de milhares de dólares nos hotéis de Trump, como o Trump International Hotel, muito perto da Casa Branca e no centro de Washington.
Trump considera que sua saída dos postos de responsabilidade da Trump Organization e o seu compromisso de não falar de negócios com os filhos eram suficientes para evitar conflitos de interesses.

Fonte: G1

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